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Salazar



António de Oliveira Salazar, nasceu a 28 de Abril de 1889 em Santa Comba Dão ? Vimieiro, e, morreu a 27 de Julho de 1970 em Lisboa.
Foi o político que mais tempo exerceu o poder em Portugal durante o século XX.
Homem de fortes raízes religiosas, impôs ao país um regime profundamente conservador e ditatorial como Presidente do Conselho ( cargo equivalente actualmente ao de Primeiro ? Ministro), de um Estado construído segundo a sua vontade, à sua imagem e semelhança.
Em 1900, ingressou no seminário de Viseu e, em 1910, na Faculdade de Direito de Coimbra, concluindo o curso quatro anos depois, e , aliando o Ensino de Economia e Finanças à continuação dos estudos, em 1918 obteve o doutoramento.
Deu início à sua carreira política em 1910, no Centro Académico de Democracia Cristã (CADC), pertencendo à sua direcção antes e depois de concluir a licenciatura.
Foi convidado para ocupar a pasta das Finanças no Governo de Mendes Cabeçadas, assumindo o cargo por um período efémero em 1926.
Passados dois anos, foi novamente convidado a ocupar o mesmo lugar, pelo Governo de Vicente Freitas, impondo condições, como a fixação das verbas orçamentais dos ministérios e a reavaliação das iniciativas que implicassem despesas ou receitas.
Em 1932, equilibradas as contas do Estado, estava talhado para presidir ao governo.
Até ao fim da sua longa governação, silenciou todo o tipo de oposição, mesmo durante as crises difíceis provocadas pela vitória Aliada na II Guerra Mundial em 1945, e, pela campanha presidencial do General Humberto Delgado em 1958.
Instaurou um regime corporativo de inspiração cristã e o sistema de partido único ( a União Nacional).
A política de obras públicas foi posta à frente do desenvolvimento industrial e nas colónias, foi imposto o princípio da unidade pluricontinental, que recusava qualquer solução de tipo federativo ou carácter evolutivo, sustentando a posição da ?inegociabilidade política? do futuro de Angola, Moçambique e Guiné, originando uma penosa guerra e isolando o país a nível internacional.
Conseguindo controlar a tentativa de golpe de estado do General Botelho Moniz, ordenou a mobilização de tropas para Angola, ?rapidamente e em força?.
Chocados com as imagens dos massacres ocorridos no território em Março de 1961, os portugueses, reagiram com empenho às palavras do ditador.
Nunca abdicando dos seus princípios ideológicos e políticos, em 1968, sofreu um acidente que lhe provocou problemas cerebrais irrecuperáveis, ditando o seu afastamento do Poder.


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