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Declínio de Roma




Nos anos 200, os ataques das tribos bárbaras da Germânia começaram a ameaçar o Império Romano.
Com a dificuldade que existia para um Imperador defender e governar a vasta extensão do seu império, em 285, Diocleciano, decidiu dividi-lo em dois. Assim, Diocleciano, governou a parte oriental, com a capital em Nicomedia, na Ásia Menor e o General Maximiliano, governou a parte ocidental como Imperador, a partir de Milão.
Em 324, Constantino, reunifica o Império, mas em 364 é de novo dividido. De 364 a 395 foi mais uma vez unificado por Teodósio I, e depois dividido pela última vez.
A parte ocidental, teve sempre na sua dirigência uma sucessão de Imperadores fracos, estando o primeiro, Honório, sob a influência de um General vândalo, Estilicão.
Sob a ameaça de contínuos ataques dos Visigodos e outros Bárbaros, os Romanos, começaram a abandonar as zonas fronteiriças do Império pela Britânia, que evacuaram em 407.
Três anos decorridos, os Visigodos, sob o comando de Alarico, saquearam Roma.
Em 451, os Romanos recuperaram o controlo e expulsaram Atila e os Hunos na Batalha de Châlons-sur-Maine, mas em 455 uma onda Vândala, saqueou Roma, e a partir daí, foram cada vez mais os Bárbaros que se instalaram em Itália. O último Imperador Ocidental foi Rómulo Augusto, deposto em 476.


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