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Guardas Suíços: os protetores do papa



A mais importante missão do "menor exército do mundo", como é conhecido o grupo de elite que defende a Santa Sé dos perigos da era moderna, é proteger a vida do papa.

  Todos os guardas receiam a repetição da tentativa de assassinato de 1981, na Praça de São Pedro; razão pela qual, uma unidade da polícia civil composta por cidadãos italianos foi contratada pela Santa Sé, para fazer serviços de patrulhamento fora dos edifícios do Vaticano, encarregando-se de assuntos de rotina policial, como deter batedores de carteiras.

  Apesar do clima de fraternidade, a vida de um Guarda não é fácil. As regras são numerosas. Não podem usar barba, e estando fardados não podem abraçar ninguém, nem a própria esposa. Não podem casar-se enquanto não tiverem 25 anos, atingido a patente de cabo, servido pelo menos três anos e assinado contrato por mais três e enquanto não houver um apartamento disponível nos alojamentos da Guarda, onde todos devem morar e obedecer ao recolher obrigatório às 23:30. O salário é pequeno, e o horário de trabalho, longo e irregular. Excetuando-se o mês de férias, a que tem direito por ano, o guarda deve estar sempre a postos.

  Mesmo aqueles que permanecem apenas no período mínimo de dois anos, a reputação de integridade que adquirem lhes são muito proveitosas. São símbolos vivos de uma venerável herança de força e defesa da paz.


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