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As Credenciais de Um Verdadeiro Profeta



Você confia nos profetas da antiguidade? Quais eram suas credenciais? No livro de Deuteronômio, Moisés predisse que muitos profetas passariam pelo povo judeu, culminado no maior de todos eles, o Messias. Moisés antecipou um problema nessa predição. Como o povo poderia saber que um profeta, que se afirmasse porta-voz de Deus, era verdadeiramente um profeta? Fizeram-lhe uma pergunta, que ainda hoje se faz, ?Como conhecerei a palavra que o Senhor não falou??. Moisés deu a resposta ? ?Quando esse profeta falar, em nome do Senhor, e a palavra dele não se cumprir nem suceder, como profetizou, esta é a palavra que o Senhor não disse?. Numa profecia exata e de curto prazo, Jeremias, profeta de Israel, não era impreciso em suas predições. Disse ao povo de Judá, que Jerusalém seria sitiada e destruída pelo rei de Babilônia. Não foi profecia muito animadora, e Jeremias provavelmente não recebeu aplausos entusiásticos da parte do povo. Depois de apresentar este quadro de desgraça, Jeremias predisse que os Judeus sobreviventes seriam levados como escravos. E para rematar a complexidade destes vaticínios, disse que os israelitas seriam subservientes durante setenta anos. A arqueologia e a história antiga confirmam o cumprimento da profecia de Jeremias. Jerusalém foi destruída, Judá foi devastada e o seu povo foi levado cativo para a Babilônia, onde permaneceu por setenta anos. Um dos mais proeminentes profetas de todos os tempos foi Isaías, filho de Amós. Seus vaticínios brilhantes foram feitos durante o governo de quatro sucessivos reis de Judá. Provou ser profeta muitas vezes segundo o padrão de Moisés. Num impressionante incidente ocorrido no governo do rei Ezequias, um poderoso exército assírio, de milhares de combatentes e comandados pelo austero rei Senaqueribe, cercou Jerusalém. Senaqueribe era conhecido pela sua astúcia. Mandou seu eloqüente intérprete, conhecido pelo nome de Rabsaqué, ao encontro do povo de Jerusalém, com um veemente discurso de propaganda. Rabsaqué, antigo ?Ministro de Falsas Informações?, contou ao povo todas as derrotas por eles sofridas dos países vizinhos. Era isto uma lavagem cerebral no mais sentido astucioso possível. As técnicas usadas tinham a finalidade de induzir os cidadãos assediados de Jerusalém a se entregarem sem luta. O rei Ezequias, ao ouvir que seu povo estava intimidado, enviou uma delegação a Isaías para lhe pedir que intercedesse a Adonai, Deus de Israel. O profeta então fez alguns vaticínios de curto prazo. Disse que um rumor chegaria aos ouvidos do rei Senaqueribe a respeito de perturbações internas do seu reino, e que ele retornaria à sua pátria sem atacar Jerusalém. Além disso, afirmou que Senaqueribe seria assassinado em sua própria terra. Entretanto, aconteceu exatamente como Isaías predissera. Jerusalém foi poupada a uma derrota certa, e Senaqueribe foi morto por seus próprios filhos. Este mesmo profeta, Isaías, predisse fatos com cem anos de antecedência. Ele também vaticinou que Babilônia destruiria o reino de Judá por completo e levaria suas riquezas e todos os tesouros do Templo. Predisse que os filhos da família real que sobrevivesse ao desastre seriam eunucos no palácio de Babilônia. Isto aconteceu exatamente como o profeta predissera um pouco mais de cem anos adiante. Jerusalém foi completamente destruída juntamente com o Templo. Então, Isaías, sempre intrépido em suas predições, fez um vaticínio incrível, ao predizer que os poderosos e invencíveis babilônios seriam vencidos e destruídos pelos medos. Era um vaticínio espantoso naquela época, tendo em vista que a cidade de Babilônia se tinha tornado uma das sete maravilhas do mundo, e era considerada inconquistável. Não obstante, cerca de uns cento e cinqüenta anos depois a predição de Isaías se cumprira e os medos sitiaram as imponentes muralhas daquela cidade. Não foi isto uma proeza de somenos, mas aquelas muralhas mediam 45 metros de altura e eram tão largas que cinco carros podiam correr emparelhados em cima delas. Os medos foram estratégicos e represaram o rio Eufrates que corria por baixo da muralha babilônica e atravessaram a cidade. O rei Beltsazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes, e havendo provado o vinho na presença de mil, mandou trazer os vasos de ouro e de prata que Nabucodonosor, seu pai, tinha tirado do Templo que estava em Jerusalém, para que bebessem por eles o rei, e os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. Aconteceu isto na própria noite quando apareceu ?a escritura na parede?, e viu o arrogante rei o que dizia: ?Mene, Mene, Tequel, Ufarsim?. O profeta Daniel decifrou aqueles dizeres para a turma embriagada da seguinte maneira: ?Contou Deus o teu reino, e deu cabo dele. Pesado foste na balança, e achado em falta. Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas?. Naquela mesma noite caiu o reino babilônico. Sendo assim, Isaías vaticinou que certo rei, por nome Ciro, providenciaria acerca da reedificação de Jerusalém e do Templo, dando permissão aos que quisessem trabalhar nisso para voltar à terra dos seus ancestrais (Is. 44.28 ? 45.4). Quase 200 anos depois dessa predição, certo rei persa, chamado Ciro, concedeu o favor real aos judeus cativos, que restaram de Babilônia, e os enviou a Jerusalém com uma requisição dos materiais necessários à reedificação da cidade. O que foi que tornou tão excepcionais estes profetas? A resposta está na prova de verdadeiro profeta dada por Moisés ? suas profecias deviam ser provadas e serem autênticas. Não podiam ser ignoradas. Não podemos ignorá-las. Esses profetas passaram no teste, foram aprovados com distinção e glória.



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