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Passividade Social



Passividade Social

O momento político e social que vivenciamos em nosso município de São Francisco do Sul me fazem lembrar de um poema muito conhecido de Bertolt Brecht no qual ele critica a Passividade, a indiferença e até mesmo a mesquinharia das pessoas que não reagem, não se indignam e nem mesmo esboçam qualquer gesto de solidariedade diante da discriminação e da brutalidade praticada contra as pessoas, desde que tais atos não lhes alcancem, pelo menos naquele momento.
Uma estrofe desse poema é particularmente célebre, especialmente a que diz: "Primeiro eles vieram e levaram os comunistas, como eu não era comunista não me importei; depois eles levaram os padres, mas eu também não era padre e tampouco me importei...; quando, finalmente, eles vieram me buscar já não havia mais ninguém, sequer para que eu pudesse pedir socorro...".
O resultado eleitoral das últimas eleições nos mostra que estamos sofrendo um grande mal, talvez o mais graves dos males sociais, que é a passividade. Nos acostumamos a achar que nada pode mudar e não importa quem está no comando, pois sempre haverá algum comandando e se impondo sobre a sociedade.
Esta situação deve-se principalmente a nossa história política que sempre foi pobre em opções e principalmente unilateral, precisamos, porém, modificar essa trajetória política antes que seja tarde e que tenhamos apenas do que lamentar e não mais o que mudar.
A população precisa colocar-se em seu devido lugar, que é o lugar mais alto da sociedade, afinal vivemos em uma democracia, sistema de governo em que o povo elege seus representantes para que estes trabalhem em prol de seu bem estar e desenvolvimento mútuo da sociedade, porém, nem sempre aqueles que elegemos sabem disso, ou quem sabe se esquecem de seu verdadeiro papel. Devemos ter consciência do poder que temos em nossas mãos, e que este poder não está presente somente no período eleitoral. Mas temos que ter pressa, está consciência tem que aflorar antes que não haja mais ninguém sequer para pedirmos socorro. Nosso município não tem mais tempo para errar e nem possui mais justificativas para seus erros.
Eu acredito no poder do povo francisquense, em nossa capacidade de construir uma sociedade sólida, livre e próspera. Acredito que podemos ter um governo que não ceda em nenhum milímetro sua ideologia e vontade de conceder melhores condições para aqueles que o elegeram.
Apesar de derrotado nas urnas, o PCdoB ao lado do Partido dos Trabalhadores, conseguiu dar um grande passo que é a colocação de uma nova opção política para os francisquenses, uma opção de um partido revolucionário, de vanguarda e ideológico.


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