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Amazônia, PARAÍSO DAS ONGS





AMAZÔNIA, PARAÍSO DAS ONGS


               Em um país que nos últimos anos adotou o discurso de entrar no mundo globalizado pela porta da frente, o conceito de Soberania Nacional foi tratado como démodé. Nesse período, o Brasil fez a lição de casa como o Tio Sam esperava, mas continuou no rol dos parceiros de menor importância. No atual governo, a idéia de Soberania foi resgatada. No Brasil, achasse que a pressão americana para abrirmos os segredos da tecnologia de enriquecimento do urânio não passa de retaliação. Pois, ao enriquecer o urânio para abastecer suas usinas nucleares, o país entra em um clube restrito de onze nações detentoras desse conhecimento.


              Isto é sim uma questão de Soberania Nacional. Como também é soberania o efetivo controle do nosso território, as suas riquezas, sua gente e suas fronteiras.


              Por isso, a polêmica sobre demarcações de áreas indígenas e a necessidade de maior controle sobre as Organizações não governamentais, que atuam principalmente na Amazônia.


               A proliferação de organizações não governamentais na região amazônica preocupa militares e acadêmicos do Brasil. Chama a atenção à quantidade de europeus e americanos que circulam sem embaraço por lugares que brasileiros têm dificuldade para entrar, em razão de resistências impostas pelas próprias comunidades assistidas pelas ONGs.


              O informe secreto número 157/2001, emitido pelo Sétimo Comando Regional em 13 de agosto de 2001, faz um relato que demonstra com clareza os motivos da preocupação dos militares. O documento narra que, em 14 de março de 2001, um avião C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira perdeu o controle durante o pouso em Paa-Píu Novo, a cerca de 250 km de Boa Vista.


              Para recuperar o avião, militares da Aeronáutica foram levados à região e lá montaram acampamento. No reconhecimento da região foi observada a presença atuante da ONG Médecins du Monde, da Comunidade Européia, que ocupa casa de madeira e ?cuida? da saúde dos índios ianomâmis. Os militares constataram que a entidade mantém laboratórios bem equipados na região e levantaram indícios de que, ?existe um rigoroso acompanhamento biológico dos índios com análises sanguíneas e avaliações dos princípios ativos dos remédios naturais utilizados pelos índios?.  Os militares relataram, ainda, que diversos estrangeiros presentes na região tentavam se esconder. Na época, um oficial conseguiu conversar com uma senhora francesa e, quando lhe foi perguntado como se sentia na condição de estrangeira em uma localidade tão inóspita, ela lhe respondeu, ?que ali ela não se sentia estrangeira, pois a região amazônica também era dela?.


              Na frente da sede da ONG encontrava-se o logotipo da entidade e a bandeira da Comunidade Européia, não havendo nenhuma bandeira do Brasil.


              O documento também relata que no interior da casa de madeira foi observado um mapa do Brasil com a inscrição: ?Brasil 500 anos... O Brasil que nós queremos são outros 500?, e com o Brasil politicamente dividido sem a região amazônica. Revoltados, os militares hastearam uma bandeira do Brasil na porta da entidade.


              Com este relatório, concluísse que é preciso haver uma triagem e saber exatamente quais os verdadeiros interesses que estão por trás dessas entidades. Pois, há muita ONG picareta, e também o fato de qualquer entidade ostentar uma outra bandeira que não seja a do Brasil, assim como o fez a ONG Médecins du Monde ao ostentar uma bandeira da Comunidade Européia em pleno território nacional.




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