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O capital



Legalizar as drogas é questão de saúde pública.

Não é novidade nenhuma que as drogas fazem parte de nossas vidas.

Existem as drogas legais e as ilegais, na qual, abordaremos sobre as ilegais. Eis que a falta da intervenção governamental, dá lugar a outro sistema de comando que lucra e financia a corrupção em geral, as mortes, as propinas a agente públicos, enfim, é um dinheiro que não há controle, e o pior de tudo, esse dinheiro saiu do sistema legal e migrou para a ilegalidade, e não mais retorna ao micro mercado.

Mas antes de entrarmos nessa seara, abordaremos como é histórico a presença do Tráfico diante do mercado.

As bolsas valores e a especulação são movimentadas por esses mecanismos, e antigamente, os Holandeses já financiavam navios piratas para saquear os mares e as terras. O tráfico de escravos também foi financiado por esse mercado, de onde vem esse mercado que todo mundo fala e ninguém resolve?

É muito mais fácil controlar o mundo com as Drogas, onde os exércitos e guerrilheiros, do Brasil e latino-americanos contribuem de tal forma, que a reciprocidade comercial é existente e notório no Mundo Amazônico e Brasiliano, e em contrapartida é uma forma de neutralizar as massas populares pelo mundo.

Por quê? Ora, nós estamos numa terra de experiência, somos povos de todos os mundos, e quem comanda esses povos, são os homens de dinheiro, logo os Magníficos estão por traz de todos os malefícios.

Somos povos de todos os mundos e de todas as nações, e quem comanda esses povos, É um sistema ardíl, penoso e escravocrata.

Não são todos os Magnânimos envolvidos, mas existe uma mácula que aos poucos vai destruindo o mundo, para a preservação da raça mais forte, são Poderosos que moram entre a gente e explora a Grande Experiência Pan-americana, onde os índios eram donos desta terra prometida, e agora foi reservado área legal para indenizar os Patronos desta terra gentíl.

No que se refere ao tema, em especial vamos dizer sobre a maconha. Uma droga serena e pseudo-eficaz. A maconha antigamente era vista como calmante, algo que tranqüilizava, algo que dizia ser bom. Kelsen usou muito raxixe que é o néctar da canabis, mas com a presença do Estado controlando a vinda dos produtos fumígenos e  a grande demanda de procura pelo povo em geral, fez com que fosse necessário a falta da qualidade e aumentar o volume, hoje em dia não passa de um fumo de corda disfarçado com cheiro de maconha.

Em razão da procura, o trato da droga ilegal aumentou sua produção, onde antigamente só se "lavava" a maconha uma vez para se extrair o raxixe, hoje em dia estão "lavando" três ou quatro vezes, criando o raxixe linha dois, três, e o preço da maconha não sobe desde 1994 (Plano Real), ou seja, foi necessário se adequar ao mercado ilegal, e nisso, a saúde das pessoas que não pode comprar um raxixe linha dois, três, compram a maconha que se comparar com antigamente é maconha de terceira, de quarta e assim vai.

Por outro lado, esse fenômeno decorre do próprio mercado consumidor, e faz com que haja todos os preços, pois seus compradores se diversificam como todo o poder aquisitivo existente na sociedade.

Em contraposto a essa realidade, os nossos hospitais estão abarrotados de pessoas que indiretamente ou diretamente estão ligadas aos efeitos nocivos das drogas, e seus problemas tem a sua origem no próprio produto, tal produto que não dá retorno ao Estado e que só dá prejuízo e muito lucro aos governantes. Mas, para o governo é necessário que haja essas pessoas que consomem drogas, pois é uma forma de circular rapidamente o dinheiro na mão do povo, e é mais fácil de ser controlado pela sociedade, eis que as drogas é de propósito posto no mercado para haver o controle demográfico, administrativo, no mercado de trabalho, e o controle do comércio.

Para o controle administrativo do governo, é muito bom ter pessoas que usam drogas, pois é mais fácil de controlar seus atos e fatos, eis que o mundo dorme às sombras do mal e explora a desgraça alheia.

Portanto, não há o que se fazer, pois é preferível que o dinheiro vá aos cofres públicos do que ir ao capital especular que usa "os dinheiros ilícitos" para inflacionar o mercado econômico, gerando as grandes crises econômicas e o desemprego que afeta as famílias e lares por todo o mundo, eis que a premissa do lucro se baseia no prejuízo do contraposto.

Jesuel Mariano da Silva




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