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Presidente O SENHOR ME OFENDEU



PRESIDENTE, O SENHOR ME OFENDEU!

            Me desculpe senhor PRESIDENTE mas o senhor me ofendeu. Tenho em meu nome a grafia orgulhosa de ser descendente de polonêses, pessoal trabalhador, branquelos e de olhos azuis, tradicionalmente trabalhadores da terra cujas mãos calejadas corroboram o chamamento carinhoso de ?plantadores de batata? epíteto a nós outorgado por gente autóctone que nos recebeu com carinho e amor. O senhor não deve saber o sentido da palavra epíteto, portanto esclareço: apelido carinhoso que damos à alguém a quem nós gostamos agora autóctone...Ora vá consultar seus assessores ou digne-se pelo menos uma vez na vida abrir um bom dicionário e tentar achar a palavra pela qual tem dúvida.

 Continuo dizendo que fui ofendido, senhor presidente. O senhor não tem o direito de dizer que nós branquelos e de olhos azuis somos os únicos culpados pela derrocada que se avizinha em seu governo, aliás, que já começou.

Senhor presidente, a sua saída do desgoverno se aproxima, então como fera ferida nos últimos estertores tenta agarrar-se a algum galho da árvore cujas folhas anunciam um outono decadente cujo declínio se aproxima friorento.

Senhor presidente, o senhor jogou fora às últimas chances que ainda existiam de tentar colocar um nome para continuar desmandando neste país. Com esta posição esdrúxula, cheia de preconceito e ira mostrando completo descontrole emocional o senhor deu adeus aos seus anseios.

Senhor presidente manobrar com os necessitados é covardia. É uma infâmia tão grande que o castigo quando vier será estarrecedor.

Senhor presidente, negar direitos àqueles que deram seu suor pela nação é mais uma covardia que deve ser punida aqui na terra, na frente dos injustiçados cujos rostos encovados sulcados de rugas mapeiam o caminho do sofrimento que o senhor faz questão de consumir como iguaria apetitosa e delicada a fim de fortalecer seu ego maligno.

Senhor presidente seu manjado jogo de palavras já está desgastado. Fingir que esqueceu de nomes importantes quando participa de congressos e fóruns na expectativa de aproximar-se da platéia por vias duvidosas, é no mínimo hilário, do riso da platéia podemos tirar várias conclusões que vão da manifestação da alegria ao ridículo. Senhor presidente pelo seu perfil inconstante, volúvel e mutável penso que seja o do ridículo.

As ditaduras sempre começaram com a aproximação dos governantes com as classes mais necessitadas, o chamado populismo. A democracia é uma forma de governo permissiva, porém se alicerçada sobre leis cujas bases se assentaram em pilares sólidos, construídos por estudiosos de leis e dignos representantes da sociedade, sempre tomando como base o bem estar do cidadão o resultado será benéfico.

Senhor presidente, pessoalmente o senhor está nos braços da ?galera?. Tirando os aposentados e Pensionistas, a classe média alta e baixa, com o restante incluindo noventa por cento do PT, o senhor está com tudo.

Senhor presidente isso não o exclui do pecado capital cometido contra os aposentados e pensionistas que tem crédito com o INSS (IRSM 94/97).

Adeel Kaweski - Um aposentado injustiçado.



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