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A mais mortal



Numa manhã do dia 21 de agosto de 1914, um dos primeiros dias do confronto na I Guerra Mundial (1914-1918), os soldados franceses do 3º exército, estacionados nas Florestas das Ardenas, encontraram a vanguarda das unidades germânicas.
Os alemães abrigados em trincheiras e os franceses apoiados numa doutrina de guerra ofensiva, que pregava a vontade de vencer. Os oficiais franceses não hesitaram e ordenaram um ataque em massa, se gabando da superioridade em soldados.
A vitória parecia certa. Mesmo os inimigos possuindo uma metralhadora, um novo invento, acreditavam os franceses, não poderia fazer muito estrago.
Os Franceses acreditavam que as metralhadoras alemãs ceifaria a vida de alguns poucos homens e em seguida seria neutralizada pelo vigoroso ataque de baionetas. Engano fatal. Os batalhões franceses com suas berrantes calças vermelhas, eram alvo fácil e foram dizimados em minutos.
A nova arma, depois de mais de 50 anos de aperfeiçoamento, havia provado sua eficácia.
A primeira metralhadora patenteada por Richard Gatling em 1862 foi o primeiro modelo bem sucedido de uma arma de fogo capaz de manter alto índice de repetição de tiros com a alimentação automática de cartuchos.
Daí em diante a forma de guerra mudou. A partir da II Guerra, as metralhadoras se tornaram um consenso entre os militares e se espalhavam por barcos, aviões, helicópteros e veículos blindados.
Todos adotaram as metralhadoras, mas os exércitos continuaram grandes e mortais.
No campo de batalha a metralhadora é sempre a solução mais utilizada.


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