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Falta de ética... falhar o maior parametro da escrita jornalistica_apurar os factos e sua veracidade



A Imprensa parece se interessar apenas em publicar, revela falta de interesse em apurar os factos, e depois não procura publicar o desmentido das falsidades que remete ao leitor.
Esta carta que se segue foi enviado por mail para o semanário Tal&Qual por mail de modo a serem emendados uns erros factuais. No entanto esses erros não foram emendados. e por isso dicidi colocar exposto para quem quiser ler.
19 de Março de 2007 Exmos Senhores Venho pela presente agradecer o artigo que foi publicado pelo senhor Fernando Correia, osteopata, no passado dia 16/03/2007, no Tal&Qual página 10, sobre Eva Palmira Rodrigues Fernandes. Em nome de minha avó e de modo a clarificar a situação pretendo que seja melhorado, pois parte da informação publicada está pouco completa. O acompanhamento médico feito a minha avó tem sido muito defeituoso, é falso que a enfermeira se desloca diariamente a sua casa, o máximo de vezes que lá ia seria uma vez no mês, quando ia. Seu médico de família tendo conhecimento da situação em que minha avó se encontrava, sendo sua responsabilidade se deslocar ao domicílio de seus pacientes e apesar de lhe termos pedido por diversas vezes que lá fosse, prometeu mas nunca se dignou a aparecer. Minha avó estar viva hoje, não se deve ao sistema de saúde que encontramos no nosso país, certamente não será também por qualquer apoio dado pela sua Junta de Freguesia, cujo entre suas funções além de apenas passarem atestados deveriam visitar as famílias nas suas casas e se inteirarem das condições em que as mesmas vivem sabendo da saúde, educação e suas necessidades mais prementes e só assim as mesmas seriam úteis ao país. Apesar de receber uma reforma miserável, tendo necessidade de cadeira de rodas vê-se obrigada a pagar aluguer à Cruz Vermelha. Entre o ano de 2004 e principio de 2005, uma de suas filhas, residente em Amesterdão, antiga proprietária da casa onde Eva passou os últimos 50 anos, colocou-a à venda com intenção de despejo dos inquilinos. Minha avó vive hoje, devido à sua tremenda força de vontade, lutando com garra pela vida, e aos sacrifícios de minha mãe Tomásia que fica ao seu lado dia e noite incessantemente, sem descanso nem tempo próprio, e a meu tio Orlando, que estão sempre prontos a ajudá-la. Após sua queda meu tio procurou soluções alternativas, essencialmente massagistas entre os quais o senhor Fernando Correia, osteopata, que veio a ser de grande ajuda para minha avó. Sem outro assunto. Atenciosamente ABF


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