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Homem Classe A



Homens classe A
Uma pesquisa interessante publicada pela revista InfoMoney, em 26/08/2005
traça perfis distintos, no âmbito do comportamento do consumidor, entre os mais
abastados brasileiros, relacionando-os no seu modo pessoal e profissional de ser.
O estudo realizado em diversas regiões do País permite que os grupos de interesse sejam vistos com maior clareza, com as empresas garantindo a comunicação, produtos e canais que atendam às suas necessidades específicas.
?Quem é o homem da classe A? A partir desta pergunta, a consultoria em serviços voltados a varejo, marketing e distribuição, Gouvêa de Souza & MD, traçou o perfil dos consumidores masculinos que detêm renda média de R$ 9 mil mensais.
De acordo com o estudo, a população classe A brasileira corresponde a 6% do total de 190 milhões de brasileiros. Dentro deste universo, os homens representam 3 milhões de pessoas, responsáveis por 23% de todo o consumo nacional, ou algo em torno de R$ 220 bilhões!
A grande maioria está concentrada na região Sudeste (61%), seguida da região Sul (16%), Nordeste (11%), Centro-Oeste (8%) e Norte (4%).
A pesquisa, denominada "O Homem Classe A - Signos, Consumo e Marcas", divulgada pela empresa durante o 8º Fórum de Varejo da América Latina, traz ainda uma análise mais minuciosa deste consumidor, dividindo os 1.200 abastados entrevistados em três perfis distintos: Homem Órfão (32%), Meta-Homem (34%) e Homem-Refil (34%).

O órfão
Angustiado, contraditório e conservador, este homem tem entre 18 e 36 anos. Sua família tem boas condições financeiras e ele estudou em boas escolas. É batalhador e nada acomodado.
Dentre os três grupos, é o mais perdulário: gasta mesmo e valoriza marcas (grandes grifes), sobretudo as que passam a impressão de exclusividade e diferenciação. Sua presença está fortemente marcada em São Paulo. Este grupo responde por 34% do consumo em lojas do tipo mono-marca.
O órfão, no ambiente corporativo, é autoritário e impaciente. Sua estrutura de trabalho é com foco em resultados e, desta forma, é extremamente competitivo. É o que menos horas trabalha por dia (7,7% dos entrevistados do grupo). Além disso, assume um papel centralizador de funções e responsabilidades, lutando precocemente por espaço no mercado. No quesito informação, a maioria prefere rádio (95%) à leitura de livros (62%).

Meta-Homem
Mais maduro e patriarcal que os outros, ele tem idade entre 36 e 55 anos. Apesar de buscar sossego e bem estar, seus hábitos de consumo se baseiam em critérios racionais da relação de custo e benefício, tanto que 38% dos entrevistados no grupo preferem lojas multimarcas. Sua busca é por praticidade e é por ela que ele desembolsa quantias.
No trabalho, o Meta-homem mantém tudo sob controle. Desta forma, ele absorve mudanças e tendências entre o moderno e o tradicional, o que mantém seu perfil equilibrado. O outro lado da moeda, porém, é que ele tem tendência ao vício em trabalho. Acontece que trabalham mais durante a semana (9,1%) e ainda levam serviço para casa no fim de semana (4%).
Sobre a forma como costumam se manter informados, estes homens estão mais antenados à internet (75%), já que navegam na rede diariamente, sem deixar de recorrer à riqueza dos livros (55%).

Refil
Finalmente, este homem é liberal, despreocupado e não se angustia com a liberdade e o espaço conquistado pela mulher. A idade dele é intermediária aos dois outros grupos. Agitado, ele consome por prazer: gosta de olhar vitrines e não é fiel a marcas. Sua preferência é por produtos com apelo esportivo, design arrojado e com multiplicidade de opções.
Apesar de seu jeito desencanado, o Refil não deixa de ser competitivo no trabalho que exerce e leva sua agitação para dentro do ambiente corporativo também. Seu destaque, em relação aos demais grupos, está na postura pessoal, sobretudo no que diz respeito ao lazer, tanto faz duran


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