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Migração - Derrubando Mitos



Migração - Derrubando Mitos

A idéia de que o migarnte típico nordestino é um homem chefe de família que deixou a roça, mulher e filhos e foi para o sul ou sudeste está deixando de ser verdadeira, segundo o IBGE. Dos 2,7 milhões de nordestinos que migraram de 1991 a 1996, ametade não se aventurou além da fronteira de seus estados de origem e nesse grupo mulheres são a maioria. Com isso, em tese sobram mulheres em grandes cidades nordestinas com mais de 100 mil habitantes, enquanto nas pequenas, com menos de 30 mil, elas estão em falta. Dos 1502 pequenos municípios da região, 55% tem mais homens. Em cidades maiores como Salvador, Fortaleza e Recife ocorre o oposto. Um dos motivos de tal fenômeno pode ser a escassez de empregos tradicionalmente masculinos como nas indústrias e contrução civil, em contra partida, aumentaram as vagas para as mulheres com o aumento de supermercados e lojas. A única solução para a mulher do campo é migrar, pois, quanto menor for a cidade, mais estagnada é sua economia e menos capacidade tem de absorver mão de obra feminina. A Ilha de Itamaracá, a 49 km do Recife tem uma população de 13.800 habitantes e um contingente extra de 1800 homens.


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