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ideologia e ciencia social



IDEOLOGIA E CIÊNCIA SOCIAL

O autor usa a análise que Marx fez sobre a superestrutura ideológica da pequena burguesia, onde ele diz que a IDEOLOGIA não é criada por indivíduos, mas sim, por classes sociais, porém quem as põe em funcionamento são representantes políticos ou literários e até mesmo científicos.
O autor faz uma crítica a Marx dizendo que ele em seus escritos não sistematizou sua teoria, mas observações pontuais. Para Marx não há uma contradição entre a representação cientificada de classe e ciência.
Marx examina um economista burguês chamado Ricardo, Marx afirma que este economista por ser burguês tem o seu conhecimento científico limitado pela sua visão de mundo burguesa.
Marx também analisou a obra de Malthus como um retrógrado, antiprogresso, porém como ele representava a classe burguesa pode ser considerado um ideologista, já Sismondi que analisou os lados negativos do capitalismo e que também era contra o progresso foi considerado por Marx um crítico-utópico já que defendia o retrocesso do ponto de vista do camponês.
O próprio Marx se autodenomina representante científico do proletariado. Daí vem à afirmação do corte epistemológico que entre Marx e os outros economistas que o precederam. Este corte significa o fim da ideologia e o começo da ciência. Marx, contudo não se via como o primeiro cientista.
O autor afirma que é impossível separar o conhecimento cientifico do ponto de vista de classes, porque quando se produz o conhecimento não se pode separar sujeito e o objeto. O que realmente há é o surgimento do ponto de vista de uma nova classe o proletariado.
Marx não criou uma nova ciência, mas relacionou o desenvolvimento da economia com a luta de classes.
O autor propõe uma discussão sobre o conceito de proletariado, para ele deve ser usado o critério de força de trabalho em troca de salário. Ele define o trabalho intelectual o qual não constitui uma classe, mas que caracterizado pela formação cultural, portanto os trabalhadores intelectuais constituem apenas uma categoria.
O autor define a luta de classes como uma condição favorável de se chegar à verdade. Quando o proletariado toma conhecimento de seus interesses históricos ele cria um ponto de vista a respeito da sociedade o qual pode ser compartilhado com pessoas de outras classes como no caso de Marx.
Enfim, o autor vê na hipótese do proletariado revolucionar a sociedade uma utopia quase uma questão de fé.


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