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História do Pensamento Econômico



        Smith achava que a sociedade era composta por pessoas essencialmente egoístas. Assim, ao seguirem seus impulsos egoístas em busca do própio interesse, ao pessoas interagiam uma  com as ou­tras e este comportamento levava a "harmonia social".  Portanto, era inadmissível a existência de crises, distorções e desigualdades na distribuição da renda, e nem o desemprego crônico e elevado.


       As leis de mercado caminhariampor sí só, conduzida por uma "mão invisível", sem prescisarem da 'intervenção estatal. Para ele o Estado deveria apenas proteger a sociedade contra ataques externos, estabelecer a justiça, manter obras e instituições necessárias a sociedades, manter obras e instituições não lucrativas,  controlar a emis­são de papel moeda e a taxa de juros.


        Apesar da péssima situação do operariado da época, ele via com tranquila certeza dos que acreditam no determinismo das leis natu­rais que a riqueza só podia crescer, e crescendo beneficiaria a to­dos.


        Léon Walras retomou esses conceitos e elaborou uma teoria geral abstrata de equilíbrio econômico, que expressou em equações funcionais, combinando uma teoria do valor utilidade com uma teoria matemática precisa de equilíbrio de mercado. Um exemplo disso é o cálculo do preço e da quantidade de equilíbrio:


       Suponha que a demanda de carne de uma economia seja dada por qd = 280 ? 4p e que a oferta seja dada pela seguinte equação: qs = -20 + 2p, então o preço e quantidade de equilíbrio é calculado igualando as duas equações:


 Em equilíbrio = oferta = procura


280 ? 4p = -20 + 2p


-4p ? 2p = -20 - 280


-6p = -300


P = $ 50


       A quantidade de equilíbrio será, portanto, q=-20 + 2. 50 = 80 unidades.


       Assim, ao preço de $ 50 e a quantidade de 80 unidades, a ?harmonia social? estaria alcançada. Tanto os produtores quanto os consumidores estariam satisfeitos, pois não haveria nem excesso nem escassez de bens.


       Contudo, o governo ao colocar um imposto sobre os produtos, ele estaria impedindo tal harmonia. Por exemplo, suponha que o governo fixa um imposto de $ 40 por tonelada. O impacto sobre a quantidade ofertada será a de reduzir a produção e elevar o preço, estabelecendo assim o desequilíbrio.


qd = 280 ? 4p


qs = -20 + 2 (p ? 40)


o novo equilíbrio = oferta = procura


280 ? 4p = -20 + 2p - 80


-4p ? 2p = -100 - 280


-6p = -380


P = $ 63,33


Q = 27 unidades.






















Função demanda



qd = 280 ? 4p



Equilíbrios:



Função oferta sem o governo intervindo



qs =  -20 + 2p



Qe = 80 unidades


Pe= $ 50



Função oferta com a imposição do imposto



qs = -100 + 2p



Qe = 27 unidades


Pe= $ 63,33













Smith achava que a sociedade era composta por pessoas essencialmente egoístas. Assim, ao seguirem seus impulsos egoístas em busca do própio interesse, ao pessoas interagiam uma  com as ou­tras e este comportamento levava a "harmonia social".  Portanto, era inadmissível a existência de crises, distorções e desigualdades na distribuição da renda, e nem o desemprego crônico e elevado.


As leis de mercado caminhariampor sí só, conduzida por uma "mão invisível", sem prescisarem da 'intervenção estatal. Para ele o Estado deveria apenas proteger a sociedade contra ataques externos, estabelecer a justiça, manter obras e instituições necessárias a sociedades, manter obras e instituições não lucrativas,  controlar a emis­são de papel moeda e a taxa de juros.


Apesar da péssima situação do operariado da época, ele via com tranquila certeza dos que acreditam no determinismo das leis natu­rais que a riqueza só podia crescer, e crescendo beneficiaria a to­dos.


Léon Walras retomou esses conceitos e elaborou uma teoria geral abstrata de equilíbrio econômico, que expressou em equações funcionais, combinando uma teoria do valor utilidade com uma teoria matemática precisa de equilíbrio de mercado. Um exemplo disso é o cálculo do preço e da quantidade de equilíbrio:


Suponha que a demanda de carne de uma economia seja dada por qd = 280 ? 4p e que a oferta seja dada pela seguinte equação: qs = -20 + 2p, então o preço e quantidade de equilíbrio é calculado igualando as duas equações:


 Em equilíbrio = oferta = procura


280 ? 4p = -20 + 2p


-4p ? 2p = -20 - 280


-6p = -300


P = $ 50


A quantidade de equilíbrio será, portanto, q=-20 + 2. 50 = 80 unidades.


Assim, ao preço de $ 50 e a quantidade de 80 unidades, a ?harmonia social? estaria alcançada. Tanto os produtores quanto os consumidores estariam satisfeitos, pois não haveria nem excesso nem escassez de bens.


Contudo, o governo ao colocar um imposto sobre os produtos, ele estaria impedindo tal harmonia. Por exemplo, suponha que o governo fixa um imposto de $ 40 por tonelada. O impacto sobre a quantidade ofertada será a de reduzir a produção e elevar o preço, estabelecendo assim o desequilíbrio.


qd = 280 ? 4p


qs = -20 + 2 (p ? 40)


o novo equilíbrio = oferta = procura


280 ? 4p = -20 + 2p - 80


-4p ? 2p = -100 - 280


-6p = -380


P = $ 63,33


Q = 27 unidades.






















Função demanda



qd = 280 ? 4p



Equilíbrios:



Função oferta sem o governo intervindo



qs =  -20 + 2p



Qe = 80 unidades


Pe= $ 50



Função oferta com a imposição do imposto



qs = -100 + 2p



Qe = 27 unidades


Pe= $ 63,33















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