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Mega Memória - Saúde, Pobreza e Nutrição




 Mega Memória - Saúde, Pobreza e Nutrição


No início da década de 1990, se agravaram a miséria e a fome do esquálido contingente de brasileiros, extremamente vulneráveis as doenças. Nos anos 80, o universo de 1% da população mais rica, ganhou maior poder aquisitivo, elevando de 13 para 17,3% sua participação na renda nacional, enquanto os 50% mais pobres perderam muito poder aquisitivo, já que, sua participação na renda nacional baixou de 13,4 para 10,4%. A saúde de desempregados e sub-empregados era e ainda é muito vulnerável. Ao minar o sistema imunológico para autodefesa, a fome adquire características de perversidade. A desnutrição, além de causar diretamente a morte, é fator predisponente e agravante de doenças infecciosas, aumentando os coeficientes de morbidade e fatalidade das mesmas. A legião de desempregados e sub pela então recessiva política econômica do governo federal juntaram-se 12 milhões de aposentados e pensionistas, que saíram as ruas em 1991, para reivindicarem a recuperação do poder aquisitivo perdido. 80% dos aposentados e pensionistas tinham renda inferior a 4 salários mínimos. A nutrição como saneamento básico destaca-se entre as condições indispensáveis á saúde, já que existem enfermidades determinadas por carência de algum nutriente: anemia, (ferro), Bócio (Iodo), Raquitismo(vitamina D), que são mais freqüentes no Brasil. Eram 50 milhões de desempregados (continente Sul Americano).Segundo estimativas do próprio governo, seria necessário criar 250 milhões de novos empregos até o ano 2000. Tais números, frios e impessoais, fornecidos pelo Departamento de Estatística e Organização Internacional do trabalho refletiam um grave problema mundial. 58% da população rural latino-americana sobreviviam sob os padrões ?abaixo da linha de pobreza?. Apesar do rápido crescimento econômico da região, 91 dos 156 milhões de habitantes nas zonas rurais não ganhavam o suficiente para satisfazer suas necessidades básicas. Alguns países latino-americanos só perdiam na miséria para algumas nações da região sub-saariana da África, onde no Quênia, por ex., 91% das famílias do meio rural viviam no estado de pobreza absoluta. No Brasil, embora tenham ocorrido avanços, tais como estabilização da moeda, ainda há um longo caminho a percorrer até que se reduza significativamente as disparidades.




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