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O terror Israel/EUA



Um porta-voz das Nações Unidas revelou que mais de três mil civis iraquianos morreram no mês de junho como conseqüência da guerra civil entre sunitas e xiitas e da resistência às tropas dos Estados Unidos.

O secretário-geral da ONU, Koffi Anan, irritou o embaixador de Israel na organização ao acusar o governo de Tel Aviv de ter bombardeado deliberadamente a sede do organismo em Beirute. É claro que foi. Não existem ações gratuitas no terrorismo de Israel.

Tel Aviv imagina dar uma lição a quem se opõe ao extermínio de palestinos e libaneses, povos ?inferiores?, para a garantia do povo ?superior?, o escolhido por Deus.

Koffi Anan e vários enviados da ONU haviam denunciado ao mundo que o estado terrorista de Israel não respeita direitos humanos, estupra e mata mulheres, crianças, atinge alvos civis, além de promover saques e toda a sorte de violências possíveis contra libaneses e palestinos.

O objetivo é simples: o controle da região, da água, do petróleo para os EUA e conta com a cumplicidade de governos árabes corruptos e ditatoriais, como os do Egito, da Arábia Saudita, do Kwait e dos Emirados Árabes, pelo menos.

Um novo muro vai ser erguido por Israel. O terceiro no mundo depois da derrubada do muro de Berlim. Norte-americanos chamavam o muro de Berlim de ?muro da vergonha?. Como pode ser chamado o muro na fronteira dos EUA com o México? Ou o muro que Israel construiu em território palestino? E esse agora, a ser construído no Líbano?

À proporção que os fatos vão se desenvolvendo fica claro que a ação terrorista de Israel não tinha e nem tem nada a ver com soldados supostamente seqüestrados (na verdade feitos prisioneiros). Tem a ver com interesses econômicos norte-americanos e de grupos judeus no Oriente Médio.

A presença da terrorista Condoleezza Rice e suas declarações sobre os acontecimentos atestam essa conclusão. Rice só quer ?paz? depois que os negócios estiverem garantidos. Até lá bombas, saques, estupros, destruição, o repertório terrorista de norte-americanos e judeus.

Se levarmos em conta a lógica do líder do IV Reich, George Bush, sobre ?eixo do mal?, Estados Unidos e Israel são ameaças à paz, à liberdade, aos povos de todo o mundo.

A reação dos terroristas judeus contra as Nações Unidas passa por aí. Não admitem que ?superiores? sejam contestados por inferiores, ainda mais levando em conta que Anan é negro e isso é inaceitável para judeus escolhidos por Deus na tarefa de ?conduzir? o mundo.

Como têm contato direto com o tal deus, o deles, dane-se o resto.

Mortos ?inferiores? não contam. Ações de companhias petrolíferas essas valem. Contam.


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