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O Século XIX e as Ciências



História: O Século XIX 

e as Ciências

 

            O século XIX foi o século das Ciências. Inúmeras descobertas foram feitas, mas mais diversas áreas:

Filosofia positivista ? Auguste Comte contribuiu para o desenvolvimento das ciências experimentais

      Ciências naturais ? estudos sobre células, hereditariedade e evolução das espécies (Darwin)

Física ? estudos sobre termodinâmica, acústica e electricidade. Hertz estuda as ondas, Bell inventa o telefone, Morse o rádio e Lord Kelvin a telegrafia.

Medicina ? descobertas as vacinas contra a varíola e raiva e isolamento do bacilo da tuberculose

Os progressos na Medicina e higiene contribuíram para uma explosão demográfica.

Cria-se a ideia de que os avanços na ciência resolveriam os problemas da Humanidade. O progresso e prosperidade estão associados ao espírito do Cientismo, que caracteriza o século XIX.

Outros ramos da ciência também se desenvolveram, como a Psicologia e a História.

   A Literatura

            A literatura do século XIX caracteriza-se pelo Romantismo e Realismo.

            O primeiro está ligado aos sentimentos, emoções, fantasia, imaginação, Natureza e defesa da liberdade,

            O segundo inspira-se na vida real, no quotidiano e na mentalidade burguesa. Caracteriza-se pelo espírito crítico e positivista. São escritores realistas Flaubert, Émile Zola, Charles Dickens, Tolstoi, Ramalho Ortigão e Eça de Queirós.

   A Arquitectura

            A Revolução Industrial obrigou a mudanças na arquitectura, motivadas pelas novas necessidades e exigências na construção e novos materiais como o ferro, cimento armado e vidro. São obras arquitectónicas do século XIX o Palácio de Cristal (Londres e Porto), Torre Eiffel (Paris) e Pontes D. Maria e D. Luís (Porto).

Início do Século XX

            A Europa dominava o Mundo no início do século XX a nível da produção comercial e banca. Ainda assim, os países da Europa Central e do Norte estavam bastante mais desenvolvidos que o Sul e Leste. Começavam então a nascer outras potências mundiais como os EUA e o Japão.

            Os países europeus procuravam o domínio colonial (imperialismo) para obter lucros, embora as colónias começassem a tentar tornar-se independentes.

             A Europa lutava por territórios lucrativos em África. Assim, na Conferência de Berlim em 1885, as potências repartiram África entre si.

            No fim do século XIX, Portugal possuía Cabo Verde, S. Tomé, Angola, Moçambique, Macau e Timos. Estes territórios estavam ocupados por uma pequena quantidade de portugueses, pelo que se fizeram expedições para melhor aproveitar os territórios portugueses em África.

            A Inglaterra queria ligar o Cabo (África do Sul) ao Cairo (Egipto), pelo que lançou a Portugal o Ultimato Inglês, em 1890. No ano seguinte os dois países assinaram um tratado que definia as fronteiras de Angola e Moçambique.

            Começava a existir alguma tensão na Europa, provocada pela diversidade política e rivalidades económicas que vieram a culminar na I Guerra Mundial.




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