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El Socialismo del Siglo XXI en Preguntas y Respuestas In: Hugo Chávez y el Socialismo del Siglo XXI



Dietrich resume a doutrina marxista afirmando que a história é um embate entre plutocracias e maiorias espoliadas. E, que ambas as partes são inconciliáveis porque o homem explora o plus-trabalho. O autor diz que ?trabalho? é a recuperação do desgaste sofrido. Qualquer coisa a mais seria ?plus?. O resultado deste plus-trabalho é, como não poderia deixar de ser, o plus-produto. Porém, como o capitalista não produz, este precisa ficar com uma parte do produto do trabalhador: plusvalia ou Mehrwert. Então, Dietrich diz que o grau de exploração de uma economia de mercado moderna é diretamente proporcional a plusvalia e inversamente proporcional aos ganhos do trabalhador.
Para substituir tal cenário, o autor propõe o Socialismo do Século XXI, no qual não há elite e nem exploração. O autor define elite
como ?um grupo social que vive a costa de las mayorías? e exploração
como ?cuando alguien vive a costa del trabajo de outro, es decir, cuando existe una situación parasitaria?. O autor quer trocar a elite pela participação
e a exploração por um novo tipo de valoração da produção ? o tempo
, horas ou minutos, que se despende para produzir a mercadoria. Nas palavras do autor: ?la gratificación del trabajador (ingreso) es proporcional a las horas que él aporta a la creación de la riqueza social de todos?.
O Socialismo do Século XXI prega a autonomia decisória de cada grupo produtivo: quem produz para o grupo participa de todas as decisões do grupo, a respeito da produção. Porém, o autor nos informa que cada grupo social é apenas um micro- sistema dentro de um sistema maior, no caso, a Nação. Assim, haveria três esferas de decisão: o macro-sistema, o sistema médio (no caso, o município) e o micro-sistema. Destarte, pela ?vanguarda dos mais comprometidos, honestos e talentosos na construção da sociedade justa?, se atende os interesses das partes envolvidas, quais sejam, o Estado, os cidadãos que convivem com a empresa, e a própria empresa.
Mas, um mercado socialista é, ainda, um mercado. E, o autor afirma que o preço é indispensável na hora de tomar decisões. Para que os agentes do mercado saibam onde e como investir, trabalhar, comprar, fazer empréstimos, e tudo o mais, eles precisam de um fator informático. Segundo o autor, não há dispositivo informático melhor do que o preço
, que seria fixado de acordo com o tempo despendido para produzir a mercadoria.


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