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A Cultura e a planificação humana



culturaNeste texto, o filósofo espanhol ?Ortega? apresenta seu conceito sobre cultura. Ele define que a cultura é um movimento natatório um bracejar do homem no mar sem mundo da sua existência com o fim de não afogar-se: uma tábua de salvação pela qual a insegurança pode converter-se em firmeza e segurança.
Seu cultura aponta para o fato de que a cultura constitui o sustentáculo da vida humana, sem ela, restaria apenas o silencio das águas devoradoras e nem se quer a lembrança dos alagados.
O autor ressalta que após um contato suficiente com a conceituação Orteguiana restará uma teimosa interrogação: porque é assim a realidade cultural? Ou qual o sentido que isto tem para o homem?
O texto de Ortega já é uma constatação reflexiva, mas ainda se faz necessária mais reflexões porque a interrogação filosófica é o questionamento do sentido levado ás conseqüências mais avançadas.
A filosofia não possui objeto próprio, o que ela tem de seu é uma forma própria de interrogar a realidade questionando o sentido desta.
Depois de várias discussões a respeito do sentido, abriu um novo espaço para a questão do sentido. O filósofo Walter Blumenleld desenvolveu a fenomenologia do sentido, na qual ele demonstra a polidirecionalidade dessa categoria. O filósofo estudou cinco possibilidades de orientação, para chegar à conclusão que é uma fenomenologia do sentido dotada de riqueza de minúncia e aprofundamento: ele diz que nela deve se apoiar em certa medida quando for tratar da interrogação que a filosofia deve dirigir á cultura.
Emerich Coreth, observa que a compreensão do mundo porem acha-se essencialmente ordenada no mundo real, ao mundo em si.
A compreensão tem de ser pensada numa situação de total abrangência que envolve o sujeito e o objeto. Toda compreensão, que tem de ser uma apreensão de sentido, envolve necessariamente três elementos: expressão, compreensão e coisa.
A meditação da linguagem carrega formas de perceber e enunciar: por esta meditação, o ser humano chega a elaborar as coisas como estas podem ser representadas em sua esfera de conhecimento.
Sendo a cultura a transformação do espírito em coisa: segundo Romero, a cultura objetivada tem de ser compreendida tanto por seus conteúdos explícitos como pelas suas lacunas, pelo que ela fala e pelo que cala. As coisas culturais têm de ser absorvidas por sua imagem e por sua contra-imagem.


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