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Pensando em direitos humanos



Pensando em Direitos HumanosPensar em direitos humanos e democracia exige um nível mais amplo de liberdade intelectual, pois o conceitual é caracterizado pela sua dinamicidade e pluralidade e, por isso mesmo, não deve estar preso a delimitações teóricas. Atentando para o processo histórico vemos a democracia e os direitos humanos caminhando de mãos dadas ao longo da história da humanidade. Um está intimamente ligado ao outro, a violação ou conquista de um implica, instantaneamente, em conseqüências para outro.Desde os primórdios da formação dos Estados e principio do pensamento da democracia liberal burguesa, os direitos humanos são vistos e compreendidos nas mais diversas acepções. Direito à vida, à educação e à moradia, liberdade e à livre expressão do pensamento, direito a tratamento igual perante a lei, a um meio ambiente equilibrado, etc. Um conteúdo extenso e ilimitado, abraça até onde a engenhosidade humana é capaz causar transformações na sociedade. O século XX, caracterizado por conflitos e arrasamento ambiental, transporta consigo dois extremos. Por um lado, foi palco para massacres e genocídios, por outro, desvendou o reconhecimento dos direitos humanos em níveis jamais alcançados, que caracterizaram uma extrema evolução neste sentido. As conquistas dos direitos humanos decorrem de antigas lutas, trata-se de uma rica historia, em um processo de evolução iniciado com intuito de proteger o homem do poder absolutista. Os novos tempos trazem uma infinidade de necessidades e demandas, alavancadas pelas transformações nas condições da humanidade. Neste contexto, o processo democrático passa a ser questionado por atores sociais, que buscam efetividade em ações e políticas. A busca pelos direitos e a construção de democrática na sociedade nascem como um apanhado de forte influencia na transformação e uma jura de um futuro promissor.Nosso século tem como repto a efetivação dos direitos humanos, e para tanto, busca-se um novo modelo democrático, que introduza uma maior participação dos cidadãos e dos grupos sociais atuantes neste contexto de revolução. Torna-se necessária a criação de novos meios de participação popular, a política sai a órbita do estado e passa a fazer parte do cenário coloquial do cidadão. Como resultado, é possível vislumbrar a efetivação e o reconhecimento de novos direitos, trazendo para o topo a articulação entre democracia e direitos humanos. Este novo panorama é favorável a todos os tipos de movimentos civis, que agora se fazem sentir parte desta engenhosa cadeia que traz todas as conseqüências dos atos estatais para o povo, e neste o terceiro setor atua como mediador no fluxo desta efusão, além de papel simbólico na formulação de idéias que possam servir de inspiração para construção de uma sociedade mais democrática e justa, uma sociedade em paz.


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