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O Consolador Prometido por Jesus Cristo



152° Entidades sociais de apoio de amparo aos desvalidos, marginalizados socialmente, sem-teto, sem-terra, sem-emprego, mendigos só servem de paliativos e para aumentar o número destes.

Só servem para negar-lhes o direto de serem eles mesmos, donos de si, auto-suficientes e sentirem a satisfação de tocar suas próprias vidas, não precisando de muletas, sendo senhores absolutos de si mesmos. Aqueles que assim se sentirem não precisarão dos caminhos tortuosos dos vícios, para tentarem esconder-se de si mesmos, de suas frustrações e desenganos.

Para tira-los desta situação de dependência, não é necessário nem favores do governo nem de entidades assistenciais. Para tanto, criam-se comunidades associativas auto-suficientes.

O governo, que pode ser federal, estadual, municipal, ou parcerias, entra com as terras e a estrutura física do local, e a parte humanitária fica por conta da participação de abnegados voluntários dispostos a praticar a verdadeira caridade, compondo-se principalmente de médicos, professores, dentistas, enfermeiras, psicólogos, advogados, policiais, que já possuam suas próprias fontes de renda, sendo aposentados ou não. Profissionais atuando só, ou o casal, sem levar familiares.

Os quais morarão e se alimentarão no local, sem precisar gastar um centavo sequer. Dependendo do tamanho das terras, edifica-se uma mini-cidade com prédios de três ou quatro pavimentos, para ficar tudo perto, concentrado, assim como escola, restaurante, creche, auditório para eventos, biblioteca, depósito, lavanderia, posto de saúde e odontológico, etc. Sendo assim, ninguém precisará ter fogão em casa, pois todas as refeições serão feitas no refeitório.

Será uma comunidade baseada na agricultura e criação de animais, produzindo variedades máximas de alimentos para o consumo próprio, e o excedente para vender.

Além disso, pode-se ter outras atividades de produção e de serviços seguindo uma regra predeterminada, podendo também pegar serviço terceirizado, incluindo orfanato e asilo, custeado pelo governo, e, além disso, o governo pode conceder redução de impostos para estas comunidades.

Todos os integrantes ativos da comunidade terão no fim do mês um tanto em reais depositados em suas contas, e independentemente da função que exerçam todos receberão a mesma quantidade em reais, seja o administrador geral ou o varredor de ruas, para que assim possa fazer jus ao nome de comunidade associativa, em que ninguém se sinta maior ou menor.

Todos terão que assinar o ponto, e só poderão faltar ao trabalho tendo o atestado do médico. O que não se justificar terá o desconto proporcional.

Nenhum morador terá direito à posse do imóvel, pois tudo será sempre propriedade do governo.

Quando algum associado se achar apto a deixar a comunidade, poderá fazê-lo, desde que não venha a ser um peso para a sociedade normalmente constituída. Neste caso, deve-se contar antes com a avaliação do psicólogo.

Bom será se a própria área puder oferecer água e luz para reduzir custos.

É preciso ficar atento, pois por trás desses movimentos reivindicatórios pela posse de terras, pode muito bem estar o interesse de certos países tentarem encarecer a nossa mão-de-obra no campo, tornando assim os nossos produtos menos competitivos no mercado externo.

Deixar que outros raciocinem por nós e nos desviem do destino que nós podemos criar pode ser danoso. Pior ainda é vender nossa consciência, nossa alma, por alguns trocados. Nossa pátria está cheia de Judas infiltrados nesses movimentos.



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