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Urbanização ? Cidades Brasileiras



Urbanização ? Cidades Brasileiras

Brasília ? Registrou a maior taxa de crescimento: 3,69 ao ano.

Porto Alegre ? Se destaca na infra-estrutura urbana. Em 75% dos domicílios há rede de água e energia elétrica, esgoto ou fossa asséptica e coleta de lixo.

Curitiba ? A capital paranaense é a 3ª no consumo de bens. A cada 10 mil domicílios, 54 têm telefone, automóvel, rádio, geladeira, TV em cores, freezer e Máquina de lavar roupa.

Fortaleza ? É a 3ª metrópole brasileira com maior demanda de serviços ligados á educação, sendo superada apenas por SP e RJ.

São Paulo ? Abriga a sede de nada menos que 172 das 500 maiores empresas privadas (1/3 do total) ficando muito á frente do RJ que aparece em segundo lugar com 11.

Campinas ? Seu aeroporto internacional, o Viracopos, é o 2° principal pólo de carga internacional, superando o do Galeão no RJ e ficando atrás do de Cumbica em SP. 29% de todas as mercadorias que entram e saem do país por avião passam por Campinas.

Rio de Janeiro ? Têm a maior proporção de pessoas trabalhando na área de saúde 2,48%. Brasília é a 1ª em funcionários públicos e Campinas é a 1ª em trabalhadores na indústria.

Criminalidade e Favelas

Em 1988, Florianópolis registrou 29 homicídios, a taxa mais baixa do Brasil. O poder aquisitivo dos habitantes é bem superior á média, a taxa de migração é baixa e a população pequena. Em Bombaim, na Índia, do outro lado do planeta, com suas intermináveis favelas, a renda per capita é de 300 dólares anuais e têm 15 milhões de habitantes. Os índices de violência não são recordes. Há fatores além da miséria que podem contrabalançar a questão da violência. Um jovem com comportamento agressivo, mas bem orientado pela comunidade, talvez possa ser recuperado. Mas quando as famílias são desestruturadas, a escolaridade ineficiente, a polícia corrupta e arbitrária, o padrão é a marginalidade. Uma das zonas mais violentas do Brasil e do mundo é o Jardim Ângela, sem espaço para o laser. Segundo a USP, há 1 bar para cada 10 casas. O indivíduo sem ter o que fazer, bebe e discute por banalidades, acabando em tiro e pancadaria. Um bilhão de pessoas morarão em barracos de madeira, amontoados em cortiços ou em instalações sem a mínima condição de higiene. Este é o prognóstico mais otimista para o século 21 segundo a ONU. Teme-se a volta de epidemias em SP. Nos últimos 5 anos foram lançados cerca de 61 mil apartamentos de médio e alto padrão, contra 47,5 mil unidades para pessoas com renda mais baixa. Enquanto isso, o número de favelados subiu 1,07 milhões para 1,9 milhão. Não há solução tecnológica visível em curto prazo. O governo pensa apenas na urbanização das favelas.


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