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Unidades RURAIS DE SUBSISTÊNCIA - A SOCIEDADE ALTERNATIVA



" Unidades Rurais de Subsistência - A Sociedade Alternativa" - em 2ª edição, do autor Mário Sanchez é uma contribuição à sociologia do campo, pois faz uma análise dos problemas que agitam os ecologistas, os futurólogos, espiritualistas e comunitários - todos os movimentos alternativos. Em linguagem direta, prática, informativa fala dos problemas sócio-econômicos do Brasil. O texto está dividido em cinco ítens, iniciando após um prefácio, com a questão: - "Qual é o desafio?- Produzir alimentos e Armas" - A grande concentração de pessoas nas cidades faz lembrar as palavras de Benjamin Franklin de que estas não subsistirão se os campos forem destruidos, no caso de uma conflagração. Como as cidades continuam sendo o polo de atração e o homem continua com vocação para "rei do mundo!", colocando sempre a culpa e a responsabilidade nos outros num egocentrismo auto-destrutivo, o grande desafio é dirigido a cada um de nós. A crise da nossa era é a da falta de responsabilidade. Os Profetas do passado já falavam num futuro de provações. A barreira mental da vida ilusória, do faz-de-conta, mantém as pessoas presas a esquemas de uma vida antinatural e irresponsável. O despertar não vai ocorrer num passe de mágica, nem com a ajuda de gurus. Cada um tem que fazer sua parte. "Prever para prover" - há uma crise... sempre houve crises e já se sabe que nunca fica mais escuro que a meia-noite - depois vem o amanhecer e é preciso estar preparado para o dia seguinte. O próprio Cristo afirmou que mesmo numa conflagração mundial haverá sobreviventes - serão os "despertos" que ficaram vigilantes. A seguir fala sobre as "Soluções do Passado" que envolveram uma reorganização de grupos - Comunidades - que podem ser classificadas em: a) Religiosas ou místicas; b) Naturais - biológicas ou indígenas; e c) Comunidades Politicas ou Econômicas. Todas elas por diversos motivos levaram ao fracasso - por ex., falta de um propósito comum, escolha errada do local, dependência com pessoas de fora do grupo, autoritarismo, falta de preparo de novas gerações, etc. Em "Tentativas e Erros de Hoje" aponta os mesmos erros do passado. Faz uma análise de cada item para concluir como deverá ser a Comunidade viável começando com as pessoas que convivem e trabalham juntos há pelo menos um ano que aceitam novos participantes e estagiários; ressalta a importância da conscientização da realidade do trabalho duro, dos custos e sacrifícios que envolvem esse tipo de convivência. Todos devem conhecer bem seus DEVERES e exigir pouco dos seus "direitos", não precisam de gurus, paternalismo, ditadores, etc, além de cada um ter que ser versátil em suas atividades no conjunto. No item 4 - "Um plano exequível" - expõe um roteiro prático para a instalação de um "Unidade Rural de Subsistência" envolvendo desde a escolha do local para as instalações, educação, alimentação, critérios de admissão, etc, lembrando que ela não é uma empresa comercial, mas um sistema auto-suficiente que vai atender às necessidades do grupo. Inclui um Estatuto e regulamento com o regimento interno, etc. Na Conclusão Geral fala sobre a necessidade de rever o conceito que as pessoas tem sobre TRABALHO, pois o Criador não ia criar uma aberração da Natureza onde tudo é trabalho harmônico permanente. O homem tem o livre arbítrio para se elevar pelo Trabalho, sem fugas ou escapismos. Escrito nos anos 80, o tema é atualíssimo!


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