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A utopia brasileira e os movimentos negros



Não se trata de um texto acadêmico. É o que o poeta, sociólogo e ensaísta Antonio Risério alerta ao leitor nas primeiras linhas de sua seleção de ensaios intitulada A utopia brasileira e os movimentos negros (Editora 34, 2007, 440 p.). É uma obra sobre a polêmica discussão em torno da questão racial no Brasil, com a intenção de evitar a racialização rasteira da inserção do negro nas vias de acesso à cidadania. Deixa claro também que não crê na propalada ?democracia racial? brasileira. O próprio título da coletânea de ensaios denuncia de modo direto o objetivo central. Para tanto, Risério mobiliza um arcabouço que abrange vários vetores simbólicos: religião, música, urbanismo, artes plásticas, culinária, esporte e linguagens várias, além de multidisciplarmente ativar operadores das ciências sociais, da política, da lingüística, da semiótica e da estética, para citar apenas alguns dos campos acadêmicos que são utilizados de forma menos ?dura? do que seria em uma tese universitária. Eis os títulos, sem critério de importância, de cinco dos dezesseis ensaios, para dar uma noção mais clara da importância dessa obra no debate racial sem a restrição do academicismo ou do politicamente correto: ?Por um olhar brasileiro?, ?A morte dos deuses nos EUA?, ?Presença de Exu?, ?Sincretismo e multiculturalismo? e ?A nova história oficial do Brasil?.


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