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Inteligência E MORAL



Ao longo dos milhares de anos de existência do ser humano, nunca vimos tamanha evolução no aspecto intelectual desta raça.

É inacreditável assistirmos o que já fomos capazes de inventar, de criar, utilizando a nossa capacidade de pensar, viajar nas idéias e buscarmos formas de concretizá-las.

Se pensarmos na aviação, vamos verificar que a vontade de voar do homem já vem deste os tempos mais remotos, talvez da pré-história, com a observação do vôo de pássaros. Mas foi apenas em 1906, a bordo do seu aeroplano chamado 14 Bis que o brasileiro Santos Dumont fez o primeiro vôo em um equipamento mais pesado que o ar, com propulsão própria. De lá para cá temos pouco mais de 100 anos e veja só o que a nossa inteligência já produziu no que diz respeito à evolução da aviação. Hoje já falamos no A380, um avião capaz de carregar mais de 800 pessoas. Hoje, em apenas 11 horas, em vôo comercial, deixamos o Brasil e chegamos em algum ponto da Europa, em cerca de 24 horas chegamos ao Japão, no outro extremo do mundo.

Ao olharmos para a iluminação artificial de nossas residências, nos parece tão distante o dia que Thomas Edison nos apresentou a lâmpada incandescente, produzida com filamentos de carbono. Mas isto só faz 130 anos. Antes, lampiões a gás ou a óleo de baleia eram os inventos mais modernos para iluminação artificial.

E pense aí: quantos anos tem a criação do veículo auto-propulsor, o nosso famoso ?carro?; e a famosa ?revolução industrial?, quanto tempo faz? Olhamos ainda para os telefones e celulares, que tal? Vamos pensar na informática? E a internet? É um bebê ainda, não é?

Tudo, absolutamente tudo criado a partir da inteligência do ser humano. Que maravilha esta época tão evolutiva de nossa espécie que, por incrível que pareça, tem pouco mais de um século!

No entanto, este próximo século já nos dá a mostra da necessidade de um outro tipo de evolução. A Evolução Moral!

E a questão é simples agora: de tudo o que temos, de tudo o que já evoluímos intelectualmente, proporcionando o bem-estar para o próprio ser humano, como será utilizado?

A Moral sempre existiu, pois todo ser humano possui a consciência Moral que o leva a distinguir o bem do mal no contexto em que vive.

Então esta na hora da nossa evolução moral, ou seja, distinguirmos o bem do mal e decidirmos utilizar a nossa inteligência para o bem.

Vejam que a própria natureza vem hoje cobrar de nós, seres humanos, que utilizemos a nossa Inteligência com este propósito.

O aquecimento do nosso planeta é um belo exemplo. Com toda a nossa inteligência utilizada para tirarmos proveito próprio a partir dos recursos naturais, hoje já nos vemos obrigados a discutir mundialmente sobre temas que nos levem para um recuo na forma como temos utilizado e agredido a natureza. Infelizmente, nestas discussões mundiais, onde se encontram os maiores dirigentes governamentais de cada país, assistimos o uso da inteligência ainda sem considerarmos a moral, buscando formas de obrigarmos outros a fazerem aquilo que na verdade deveria ser nossa obrigação. Não existem mais desculpas, mas a urgência de tratarmos deste assunto com moralidade.

O que podemos dizer daqueles que se aproveitam da produção intelectual de marqueteiros para se elegerem presidentes, governadores, prefeitos, senadores e deputados, mas então, uma vez de posse de seus cargos, o utilizam sem qualquer moralidade? São pessoas extremamente inteligentes, mas que não se furtam de esconder em suas cuecas o dinheiro que não lhes pertence.

Vamos pensar em alguns criminosos famosos e da atualidade, que estejam eles encarcerados ou não. São pessoas de grande intelectualidade, não fosse assim, não teriam a indústria do crime aos seus pés. Não poderiam estes utilizar a inteligência para ajudarem na nossa evolução enquanto seres humanos? Mas para eles, sem qualquer preceito de moralidade, não foi difícil e ainda não é, matar ou mandar matar o seu semelhante. Em nome disto, os menos inteligentes e não menores em termos de moralidade, matam por um par de tênis.

Ouvi outro dia: ?Um homem não se faz pelo seu berço, nem pela sua educação, mas pelo conjunto de suas ações.?

De fato, o berço e a educação são consideráveis, mas não são preponderantes, primordial sim, é a sua ação. A sua ação sim, vai determinar a sua moral.


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