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Análise sistemática do remate no voleibol




Para o objectivo ser realizado, em regra geral, temos que rematar a bola com uma melhor velocidade/precisão, de maneira a que esta passe o bloco, a rede e caía no campo adversário.
Para rematar a bola vamos aplicar uma força à massa (bola) que vai ganhar uma aceleração segundo a fórmula: f = m.a
É do interesse do rematador aumentar a velocidade e para isso segundo a fórmula v = a.t temos duas hipóteses: ou aumentamos o tempo em que a massa está a ser acelerada mantendo a aceleração constante, ou mantemos o tempo em que a massa está a ser acelerada e aumentamos a aceleração exercendo uma maior força sobre a bola. A aceleração pode ser negativa e positiva (é nesta que exercemos força útil). O percurso de aceleração é o tempo em que a mão está em contacto com a bola.
Assim a bola vai ganhar uma velocidade durante um determinado período de tempo o que lhe permite percorrer um espaço segundo a fórmula: e = v.t
Tendência evolutiva contraditória: Segundo a 1ª hipótese referida, para aumentar a velocidade, o rematador ao aumentar o tempo em que a massa está a ser acelerada mantendo a aceleração constante, vai utilizar um maior nº de segmentos e vai aumentar a cadeia cinética Ec = 1/2m.v^2 ,logo ,este facto contribui para uma diminuição da coordenação desses segmentos, ou seja, apesar da velocidade aumentar a precisão vai diminuir, assim temos que ?jogar? com estes limites para obter o objectivo pretendido.
O que também poderá acontecer segundo esta primeira hipótese é que para aumentar a velocidade como vamos aumentar o tempo em que a massa está a ser acelerada, o tempo de entradas sensoriais e tratamento central do(s) jogador(es) do bloco vai aumentar, logo, o tempo de saídas motoras (que é o tempo em que o(s) jogador(es) do bloco têm para chegar ao ponto junto à rede onde a bola vai passar) vai aumentar também e assim aumenta também a probabilidade de a bola ser interceptada no bloco.
Outros factores/variáveis importantes no remate: ao efectuar o remate devemos fazê-lo com o braço esticado para batermos a bola no ponto mais alto possível, de modo, a ter um maior ângulo do campo adversário para colocar a bola, logo, a impulsão do rematador também é muito importante porque contribui para este facto, assim como a proximidade do rematador em relação à rede.
O ponto de aplicação também é muito importante para a bola seguir na trajectória balística pretendida e não sofrer desvios de trajectória não pretendidas pelo rematador.
A trajectória balística depende do ângulo de saída, da velocidade inicial e da altura. A altura de saída depende da compleição física do rematador e da sua capacidade de impulsão. O ângulo de saída depende do ponto de aplicação e das direcções e sentidos em que exercemos forças. A velocidade inicial depende das variáveis referidas no inicio.
Os segmentos que utilizamos para efectuar o remate são os membros inferiores, o tronco, o braço e a mão.





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