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COTAS RACIAIS: VEXAME NA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA



Quando a Universidade de Brasília decidiu que uma comissão deveria avaliar a raça dos vestibulandos examinando uma foto, qualquer geneticista poderia prever o vexame que estava por acontecer, pois do ponto de vista científico o método é ridículo. Utiliza a Universidade a opinião subjetiva de um grupo de pessoas (a comissão) para, por meio de um método indireto (olhar a foto), avaliar um indicador indireto (o fenótipo) de características hereditárias (o genótipo). Tudo isso para classificar pessoas de acordo com um conceito de valor científico questionável (raça). Dadas essas condições era mais que previsível que a comissão, mais cedo ou mais tarde, errasse, como aconteceu no caso dos gêmeos idênticos onde um deles foi merecedor de uma vaga no programa de cotas, enquanto o segundo, classificado de branco, não foi merecedor da mesma. O departamento de genética da UnB deveria ter pedido demissão em massa. Tentar distinguir e segregar em grupos só estimula o racismo e a discriminação. Qualquer sistema de cotas nas universidades públicas deveria ser baseado na condição socioeconômica dos candidatos, jamais em seu genótipo ou fenótipo.


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