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Educação: Antídoto para o veneno da violência urbana



A educação é a única saída para combater a violência urbana. A comprovação disso é a estatística em relação à idade dos criminosos. Cada vez mais jovens são os soldados a serviço do exército do terror. Com trajetória extremamente curta, a maioria morre com idade inferior a trinta anos. No Rio de Janeiro, a segunda maior cidade do país, o desemprego é uma conseqüência natural, o que facilita ao tráfico de drogas ser o maior empregador da mão de obra infanto-juvenil de todo o grande Rio.
Esses dados nos levam a refletir sobre a eficiência da repressão armada e radical, afinal se estamos lidando com crianças e adolescentes, é bem pouco provável que esta seja uma medida eficaz, afinal nossos jovens estão sempre em um dos lados da corda que dá esse nó social. Numa ponta ?meninas e meninos? de classe média e média alta a consumir as drogas alimentando a outra ponta de ?meninas e meninos? que sobrevivem da venda, oriundos das classes menos favorecidas.
Contudo, este não é um quadro irreversível. Embora trabalhosa, a solução é simples ? a educação - e com certeza muito mais barata do que manter altos contingentes de policiais bem equipados, sistemas penitenciários de segurança máxima, casa de recuperação de menores e outras providências igualmente pesadas para o Estado em custo e ineficácia.
Basta haver uma grande aliança entre Governo, Ongs, Instituições Religiosas, Entidades Filantrópicas e quaisquer interessados na promoção humana, em torno de um mega projeto cuja única finalidade seja educar. Ensinando moral, saúde e ética. Ensinando a empregabilidade e não a procurar emprego. Ensinando respeito, direitos e deveres. Ensinando honestidade, solidariedade, fraternidade. Ensinando liberdade. Ensinando o valor e não o preço da vida. Ensinando pelo exemplo e não pelo ?faço o que eu digo e não o que faço?. Ensinando que pela paz não se faz guerra. Ensinando a verdade sobre o passado para salvar o futuro. Ensinando a terem oportunidades não a terem esperanças.
De que adianta o pão e o teto sem o futuro. As soluções não podem ser paliativas devem ser definitivas. As necessidades básicas se renovam todos os dias. Não podemos pensar em soluções de curto prazo para problemas que se desenvolveram em prazos muito longos. Quando falamos em educar pensamos na criança e no jovem porque, pela ordem natural, deveriam estar mais aptos a assimilar o novo, mas, na realidade, a educação precisa atingir a todos, crianças, jovens e adultos de todas as classes, de todas as raças, de todos os credos.
Todos nós precisamos ser educados para que a vida nas grandes cidades não seja uma incubadora de violência. Educação é bem mais dos que alfabetização, escolarização. A Educação é a expressão máxima da cidadania e ser cidadão tem que estar ao alcance de todos.


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