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Tiempo de insurgencia: experiencias comunistas en la Revolución rusa




Os autores procuram desvencilharem-se dos paradigmas da compreensão histórica: o Progresso e a Revolução do Proletariado.

A direita burguesa adota a noção de que a história evolui, paulatinamente, a graus superiores de liberdade, prosperidade e democracia. 


 A esquerda, por outro lado, contém uma parte elitista que se sobrepõe aos demais revolucionários. Essa elite tende a adotar como protagonista da revolução uma figura abstrata e fictícia do "proletariado". Assim, subsume as múltiplas singularidades da multidão dentro de um formato da História, que se faz valer pela instauração de um processo histórico feito de uma seqüência de causas e efeitos, que se desenvolve em fases ou etapas até a eclosão da Revolução, como os elos duma corrente.


 Esta totalização redunda na recusa à particularidade, como dizem os autores: "...las totalizaciones de la situación revolucionaria así planteadas condenan a la sombra a la multiplicidad de  sujetos  en  revolución, a su propia iniciativa histórica, y a su transformación subjetiva por obra de la propia praxis emancipatoria.(...)la iniciativa histórica está reservada siempre a una élite y/o a un ideal abstracto, y ha de plasmarse en el plano de las instituciones estatales". Assim, o Processo hegemônico sufoca a práxis emancipatória, i.e., o próprio âmago da revolução: é a denuncia contra a compreensão pelo Todo.


 Para se livrarem do fardo do Processo Histórico, os autores propõem que se faça uma historia subalterna, através de um mapeamento isomórfico, i.e., "tratar de organizar la multiplicidad de los momentos revolucionarios a partir de sus formas símiles, estudiar cada situación en su ontología plena, no como transiciones ni pasos hacia tal o cual resultado, ni como formas fallidas o casos excepcionales, ni como  fases  o  etapas,  sino en su acabamiento mismo" (p15). Isto significa que para abolir a linealidade da Historia hegemônica, faz-se preciso descartar noções como "fase" ou "etapa", assim como, a idéia de uma transição a um clímax final. Para tanto, se deve organizar os momentos de acordo com suas similaridades. Os autores encontraram este ponto em comum, esta intersecção, na desobediência ? e, elencam diversos casos para mostrar isso nas pp16-25.




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