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PEDAGOGIA DA EDUCAÇÃO SÉCULO XIX



Friedrich Wilhelm August Froebel ( 1782 - 1852 )
Na mesma direção idealista, embora com características próprias, corresponde sua pedagogia. Dedicou-se a educação da criança. As idéias pedagógicas aparecem em sua obra A educação do homem, e são expostas por forma simbólica e abstrata que lhes faz por vezes difícil a compreensão. Predomina em seu pensamento uma visão mística e humanitária, que lhe serve de inspiração a toda a obra. A educação consiste em ?suscitar as energias do homem como ser progressivamente consciente, pensante e inteligente, ajudá-lo a manifestar, com toda pureza e perfeição, com espontaneidade e consciência, sua lei interior, o divino que nele há?. ?O fim da educação é o desenvolvimento de uma vida fiel a sua vocação, sã, pura e, portanto santa?.
A educação deve adaptar-se, às
fases do desenvolvimento do homem, reconhecendo o valor de cada uma particularmente da infância, ?Não sucederia assim , se os pais considerassem a criança em relação às sucessivas idades e fases da vida, sem saltar nenhuma; se tivessem, sobretudo, presente que a energia e a perfeição do desenvolvimento em cada período dependem de todos e de cada um dos períodos anteriores ... Nem o menino, nem o moço, nem mesmo o homem, devem ter outra aspiração que a de ser, em cada período da vida, o que esse período exige?.
Froebel foi o haver visto antecipadamente que os primeiros anos de vida são os decisivos no desenvolvimento mental do homem. A essência de sua doutrina pedagógica esta na liberdade e atividade. ?O homem desde que nasce e começa sem qualquer exceção a desenvolver-se, deve aprender a trabalhar e produzir, a manifestar sua atividade em obras exteriores?. ?Na boa educação, no ensino adequado, na verdadeira doutrina, a necessidade deve levar à liberdade; a lei, à própria determinação, a coação, à vontade livre, o ódio exterior, ao amor interior?. ?O jogo é o mais puro e espiritual produto dessa fase do crescimento. É, a um tempo, modelo e reprodução da vida total, da íntima e misteriosa vida da natureza do homem e em todas as coisas. Do jogo dimanam as fontes de tudo quanto é bom. ... A criança que brinca tranqüilamente, com espontânea atividade, resistindo à fadiga, chegará, por certo, a ser homem também ativo, resistente, capaz de sacrificar-se pelo bem próprio e alheio?.
A escola tem função social, ao lado da função individual : o desenvolvimento das energias do menino e da consciência do grupo e da coletividade. ?Não se cuide que a escola contraria a espontânea atividade do jovem. A ação bem dirigida da escola, que há de tender precisamente a fortalecer as energias íntimas e espirituais dos alunos, faz que eles se sintam mais livres, se movam com maior desembaraço na vida, o bom escolar não anda encolhido e de cabeça baixa; deve estar alegre e disposto, são de corpo e de alma. Não há antagonismo entre a escola e a vida?.

Seu grande feito foi sem duvida a criação do Jardim da Infância ?Kindergarten
?.


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