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O Papel da Cultura na Educação Brasileira



O Papel da Cultura na Educação Brasileira Introdução O início de uma reflexão acerca do papel das transformações culturais nas sociedades em um paradigma pós-moderno para a educação no Brasil merece, antes de tudo, algumas considerações preliminares, que passam pela origem do problema em sua dimensão mais ampla, inclusive contemplando os impactos da Globalização sobre temas desse âmbito. As grandes expansões marítimas e comerciais das nações européias, que tiveram significativo impacto a partir dos séculos XIV e XV e retomam significância no século XIX, simbolizam os primeiros atos concretos para o processo de internacionalização do mundo. Visto dessa forma, a colonização vai além da conquista de novos mercados, mas tenta, muito além, promover uma imposição da cultura dos países mais proeminentes da Europa ao Novo Mundo que era considerado primitivo. Analisando os aspectos que deram lugar à formação de nossa cultura, passa-se por uma sociedade cujo elemento branco, colonizador, sobrepõe sua cultura para índios e negros e contorna com sua origem caucasiana a predomina. A concepção de educação como meio de ascensão social, de erradicar a pobreza e minimizar a violência concede à escola um papel primordial que é valorizado no âmbito nacional e internacional. No entanto, dados do INEP/MEC dão amostras de que, no Brasil, a realidade não é condizente com o discurso oficial e com as afirmações advindas das famílias de todas as classes sociais com relação à importância da educação na formação do individuo: o ano de 1998 para 1999 teve uma taxa de 4,5% de evasão, o índice total de retenção nas escolas públicas e particulares foi de 21,3% e a retenção apresentou uma taxa altíssima de 40,1% na 1ª série; além dos milhões de jovens que são analfabetos e dos analfabetos funcionais cujo número se desconhece. Pode-se observar também uma função seletiva na escola que favorece o surgimento de uma hierarquia entre os indivíduos e que reflete a estrutura social, fato este que já era tido como evidente pela tradição sociológica funcionalista. Bem, como a cultura, a educação sofre influências cada vez maiores do fator socioeconômico e do político, e é devido a esta conjuntura participativa que cresce o papel da educação em relação ao desenvolvimento como compromisso social. O desenvolvimento e a educação não podem ser vistos como idéias separadas, mas como uma única idéia que se desdobra em uma cadeia de ações que se complementam. "De fato, se o homem deve ser o sujeito de sua educação igualmente deve ser o agente e o beneficiário do desenvolvimento." (CARNEIRO,1985). Assim o ensino deixa de ser exclusivamente da escola e o desenvolvimento se torna o maior meio de educação como prática social.


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