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Política educacional no Brasil






Resenhado por Matusalém Aliares da Silva-2008-Brasil


 Autor A:   EXCLUSÃO EDUCATIVA


PLANK, David N. Política educacional no Brasil: caminhos para a salvação pública ? cap.6. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.


              O autor David N. Plank é diretor do Centro de Educacional e Professor do College of Education da Michigan State University e especialista nas áreas de política educacional e financiamento da educação.


            O autor apresenta quadros indicadores de educação comparada, nordeste, sudeste e Brasil, onde mostra através de dados as desigualdades regionais em termos de alfabetização, matrículas, professores leigos e escolas estaduais e municipais.


As desigualdades dentro da própria região estão presentes nas disparidades apresentadas entre as zonas urbana e rural, onde o ensino também acompanha o ritmo de exclusão regional quando insere comparações entre salários dos professores, qualificação profissional, número de evasão e repetência dos discentes, raça e classe social.


As escolas da zona urbana são estaduais, recebem mais recursos, os professores possuem mais qualificação e o ensino é de melhor qualidade, pois o gasto por aluno é muito maior do que os gastos por aluno da rede municipal que na sua maioria se encontra na zona rural e áreas periféricas da cidade.


Em virtude das políticas públicas serem direcionadas para zona urbana, poucas escolas são beneficiadas, sendo assim os pobres e negros que vivem na zona rural e áreas periféricas não são atingidos com as medidas do governo federal, aumentando ainda mais as desigualdades educacionais.


O autor argumenta ao salientar a essencialidade na estrutura social e distribuição de renda para haver aumento de oportunidade para os pobres, além disso mostra a sobreposição de interesse daqueles que tem melhores condições econômicas quando se fala em Universidade pública ?gratuita?, permanecendo os pobres sem o acesso ao ensino superior devido à ocupação das vagas por pessoas de famílias mais prósperas que estudaram o ensino fundamental e médio em escolas particulares.


Apresenta também a intencionalidade excludente das políticas educacionais de alguns políticos de direita.


Plank analisa tabelas apresentadas sobre matrícula de crianças de 7 a 14 anos de idade por raça; taxas de rendimento de pessoas de 15 a 24 anos de idade por raça e distribuição percentual de alunos por sexo.


O autor recomenda esta obra a educadores, administradores e responsáveis por política públicas no País.



              




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