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Algumas Dicas Para Você Estudar Melhor - parte 2



Esta é a continuação de outro resumo que fiz anteriormente (colocarei o link para a primeira parte nos links importantes e nos comentários). Eu não sabia se o anterior estava completo, mas terminei encontrando a continuação entre minhas coisas. Então lá vai:

"Anotar é uma técnica pessoal do estudante. Pode comportar letras, sinais que só ele entenda. Mas há pontos gerais a observar. Quando se tratar de leitura, não basta sublinhar no livro. Deve-se passar as notas para o caderno de estudos. O aluno tem de se acostumar à síntese: aprender a apagar mentalmente palavras e trechos menos importantes para anotar somente palavras e conceitos fundamentais. Outros recursos: jamais anotar dados conhecidos a ponto de serem óbvios, eliminar artigos, conjunções, preposições e usar abreviaturas.

É preciso compreender que anotações não são resumos, mas registros de dados essenciais.



Como educar a memória

Aprender é uma operação que não se resume a adquirir noções, mas consiste em reter o que foi lido, reproduzir e reconhecer uma série de experiências e pensamentos. Portanto, é imprescindível educar a memória. Logo após o estudo de algum ponto ou matéria, nota-se que o esquecimento também trabalha: a mente elimina noções dispensáveis. Sem disciplina, entretanto, nunca haverá um jogo útil entre memória e esquecimento, entre horas de estudo e horas de descanso.

Para facilitar o aprendizado e fixar na memória os conteúdos aprendidos, basta proceder a uma série de operações sucessivas e gradativas no tempo. Repetir é importante, mas não só: saber de cor nem sempre vai além de um papaguear macânico. As técnicas psicológicas de memorização são complexas, mas podem ser utilizadas simplificadamente pelo estudante. Algumas indicações:

a) ler mentalmente e compreender o assunto;

b) reler em voz alta;

c) concentrar a atenção em aspectos específicos: nomes, datas, ambiente, etc.;

d) notar semelhanças, diferenças, relações;

e) repetir várias vezes em voz alta ou escrever os conhecimentos adquiridos (os pontos principais);

f) fazer fichas com esquemas que incluam, de um lado, a seqüência das noções principais e, do outro, detalhes referentes a cada uma delas;

g) nunca esquecer de repousar, pois uma mente cansada aprende pouco e retém com dificuldade.



Como estudar em grupo

Estudar em conjunto é um modo produtivo de fazer render ao máximo o esforço do aprendizado. E há muitas maneiras de os estudantes se ajudarem, mesmo que não se organizem em um frupo. Entre as mais importantes: a comparação dos apontamentos das aulas e das horas de estudo. Assim, trocam-se idéia e verificam-se os pontos fundamentais e os mais difíceis. Dois princípios a serem pensados:

a) o estudo em conjunto deve refletir uma inteligente divisão de trabalho;

b) as sínteses não garantem plena compreensão, mas são interessantes como resumo dos conhecimentos adquiridos.

Quando o estudo em grupo é uma preparação para provas ou exames, o aluno deverá estudar toda a matéria por si mesmo, de modo que o trabalho com os colegas seja apenas uma revisão, uma possibilidade de aprofundamento e, às vezes, de correção dos pontos.

Algumas possibilidades de organização e divisão de trabalho no grupo:

- Cada um estuda partes diferentes de um assunto e traz para serem fundidas na reunião;

- cada um estuda e consulta fontes sobre o mesmo assunto e expõe ao grupo, para uma comparação e aprofundamento;

- cada um estuda um ponto de um capítulo e faz seu relatório ao grupo, debatendo ou respondendo a perguntas depois.

É a voz corrente entre professores que a melhor maneira de aprender uma matéria é ensiná-la aos outros. Os alunos podem comprovar isso nas exposições orais de suas reuniões em grupo. E toda vez que um colega vier pedir auxílio."



Nos meus tempos de colégio, eu sempre me saía melhor quando alguém vinha pedir ajuda. É que isso nos força a prestar atenção na matéria pra podermos ensinar. Quando estamos lendo apenas para nós mesmos corremos o risco de fazer isso de forma automática, sem prestar toda a atenção que deveríamos.

E o esquecimento é muito importante para o cérebro e a memória. Imagine como seria se nunca esquecêssemos de nada, de detalhe nenhum? A nossa mente seria um emaranhado de informações confusas vindas de diversas fontes. Não conseguiríamos nos concentrar nem mesmo nas tarefas mais simples sem que nosso cérebro fosse inundado por uma torrente de imagens e lembranças. O esquecimento é útil pra manter a mente mais calma e livre pra manipular as informações que recebemos a cada minuto. Essas informações depois são selecionadas, e enquanto algumas ficam guardadas mais à mão porque sabemos que precisaremos logo delas (como a lição da semana, etc), outras são "deletadas" e o espaço que ocupavam fica livre pra ser usado novamente. Na verdade nada é "deletado" completamente, apenas é movido para partes diferentes do cérebro, para o subconsciente (por exemplo, é por isso sessões de hipnose são úteis. Elas não criam lembranças, apenas "desenterram" as que já existem).

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Eu apóio a Campanha "Para Mim Os Animais Importam":

http://www.animalsmatter.org/

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