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A postura da sociedade com as pessoas portadoras de deficiência.



Na Procura por informações de tratamento recebido pelas pessoas com deficiência ao longo da história, descobre-se que na verdade pouco se sabe. Porém para compreender este fato, é necessário, reler a organização sócia-politica-econômica vigente na sociedade ao longo da história. Nas sociedades da idade antiga e média, os imaturos, fracos e os defeituosos eram eliminados, pois não tinham importância enquanto ser humano. Nessas sociedades havia dois grupos sociais: a nobreza e os serviçais.

Nesse contexto, a vida humana era avaliada em função da utilidade, enquanto mão-de-obra.

Com o cristianismo todos passaram a ser igualmente filhos de Deus, merecedores do respeito, a vida, porém não há evidência de tratamento, abrigo ou proteção a pessoas com deficiência, que continuavam ignorados e abandonados a própria sorte, sobrevivendo da caridade humana.

A desimportância dada as essas pessoas variava de grupo a grupo, o fator determinante era a organização sócia-política-econômica associada as crenças religiosas e metafísica que determinava o tipo de relação que a sociedade mantinha com essas pessoas.

Enquanto, alguns matavam-nos, outros por consideraram a ?doença? resultado de possessão demoníaca eram favoráveis a punição, ao aprisionamento e açoitamento como forma de reparar os pecados e expulsar o demônio.

Com a reforma protestante, a nova igreja, era caracterizada por uma rigidez ética, religiosa, moral e intolerante ao desvio, carregado de culpa e responsabilidade pessoal.

Para esses dois sistemas político religiosos, a deficiência era um fenômeno metafísico, de natureza negativa, rejeitado por Deus.

No processo histórico surge a burguesia e nessa época, à existência da visão abstrata metafísica do homem soma-se a nova visão da materialização.

No que se refere a deficiência, a idéia à infortúnios naturais passou a ser tratado pela alquimia, pela magia, astrologia e nos hospitais psiquiátricos, que começavam a surgir, que serviam mais para confinar do que para tratar as pessoas.

A concepção de que todas as pessoas não são iguais e que se havia de respeitar as diferenças, caminhou, concomitantemente com o capitalismo comercial, fortalecendo a desigualdade social. E neste contexto se construiu o preconceito no que se refere a diferença ,a diversidade.

Estamos vivenciando uma fase de combate a qualquer forma de discriminação.

A partir de muitos estudos, chegou-se a conclusão que a melhor resposta, para construção de uma futura sociedade mais justa, solidária, é a educação, alicerce fundamental, onde será resgatado o respeito pelo outro e será axercitado a cidadania.

Na Procura por informações de tratamento recebido pelas pessoas com deficiência ao longo da história, descobre-se que na verdade pouco se sabe. Porém para compreender este fato, é necessário, reler a organização sócia-politica-econômica  vigente na sociedade ao longo da história. Nas sociedades da idade antiga e média, os imaturos,  fracos e os defeituosos eram eliminados, pois não tinham importância enquanto ser humano. Nessas sociedades havia dois grupos sociais: a nobreza e os serviçais.

Nesse contexto, a vida humana era avaliada em função da utilidade, enquanto mão-de-obra.

Com o cristianismo todos passaram a ser igualmente filhos de Deus, merecedores do respeito, a vida, porém não há evidência de tratamento, abrigo ou proteção a pessoas com deficiência, que continuavam ignorados e abandonados a própria sorte, sobrevivendo da caridade humana.

A desimportância dada as essas pessoas variava de grupo a grupo, o fator determinante era a organização sócia-política-econômica associada as crenças religiosas e metafísica que determinava o tipo de relação que a sociedade mantinha com essas pessoas.

Enquanto, alguns matavam-nos, outros por consideraram a ?doença? resultado de possessão demoníaca eram favoráveis a punição, ao aprisionamento e açoitamento  como forma de reparar os pecados e expulsar o demônio.

Com a reforma protestante, a nova igreja, era caracterizada por uma rigidez ética, religiosa, moral e intolerante ao desvio, carregado de culpa e responsabilidade pessoal.

Para esses dois sistemas político religiosos, a deficiência era um fenômeno metafísico, de natureza negativa, rejeitado por Deus.

No processo histórico surge a burguesia e nessa época, à existência da visão abstrata metafísica do homem soma-se a nova visão da materialização.

No que se refere a deficiência, a idéia à infortúnios naturais passou a ser tratado pela alquimia, pela magia, astrologia e nos hospitais psiquiátricos, que começavam a  surgir, que serviam mais para confinar do que para tratar as pessoas.

A concepção de que todas as pessoas não são iguais e que se havia de respeitar as diferenças, caminhou, concomitantemente  com o capitalismo comercial, fortalecendo a desigualdade social. E neste contexto se construiu o  preconceito no que se refere a diferença ,a diversidade.

            Estamos vivenciando uma fase de combate a qualquer forma de discriminação.

            A partir de muitos estudos, chegou-se a conclusão que a melhor resposta, para construção de uma futura sociedade mais justa, solidária, é a educação, alicerce fundamental, onde será resgatado o respeito pelo outro e será axercitado a cidadania.


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