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Acessibilidade arquitetônica



 Todas as escolas devem promover alterações espaciais para garantir o acesso a portadores de necessidades especiais. Nesse caso, as alterações não estão restritas apenas a cadeirantes, mas a deficientes visuais, auditivos, etc. Essas alterações devem ser promovidas com a interação de vários profissionais, sejam eles arquitetos, engenheiros, professores a fim de, promover as mudanças de maneira adequada.

A autora traz alguns parâmetros importantes que devem ser observados a partir do Desenho Universal. Ele traz, principalmente, cinco princípios importantes:

1 ? Direito a equidade, participação: os ambientes devem ser desenhados de maneira que não segreguem ninguém, independente de sua condição.

2 ? Direito à independência: os espaços devem ser projetados de maneira que todos possam realizar as atividades de maneira independente, ou, se precisar, ter espaço para acompanhante.

3 ? Direito à tecnologia assistida: todos os alunos portadores de necessidades especiais têm o direito à utilização de equipamentos, etc, adaptados para sua condição.

4 ? Direito ao conforto e segurança: os espaços devem estar adaptados para que aqueles que possuem necessidades especiais possam realizar atividades com segurança e minimizando o cansaço. 

5 ? Direito à informação espacial: as informações sobre o espaço deve estar acessível a todos.

As escolas devem adaptar os ambientes para que os alunos com necessidades especiais permaneçam na escola e assim seja promovida uma educação realmente para todos.



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