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A TRISTE REALIDADE DO TRÂNSITO BRASILEIRO - FINAL



Vítimas do trânsito custam R$ 10 milhões à Prefeitura de São Paulo. Com esse dinheiro seria possível construir 10 novas unidades de Assistência Médica Ambulatorial.

Segundo a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego, 20% dos adolescentes brasileiros dirigem sem habilitação; 400 mil jovens morrem anualmente em acidentes de trânsito em todo o mundo (OMS).

Assim, ocorre uma inversão na natureza: os pais estão sepultando seus filhos. A educação é fator preponderante na mudança de comportamentos inadequados.

Desde as séries iniciais do ensino fundamental é que se deve aplicar a educação sistêmica para o trânsito, pois a criança não é refratária à mudança de comportamento como os adultos.

Há a necessidade urgente de se capacitar professores que atuem na educação para o trânsito ao longo de um ano letivo e não somente em campanhas pontuais, isto é educação sistêmica de ampla responsabilidade social.

O maior pecado é matar o futuro: São tantos jovens brasileiros que perdem estupidamente suas vidas na ilusão de que um carro mais veloz ou um comportamento arrojado no sistema trânsito lhes conferirá maior poder pessoal. Nessa guerra que ocorre no sistema trânsito todos perdem.

O Brasil perde força de trabalho e recursos financeiros são gastos porque o fator prevenção é desprezado; as famílias choram seus jovens mortos, perda afetiva irreparável que rouba a alegria de viver dos pais.

As universidades e faculdades deveriam inserir nos cursos de Pedagogia e Licenciaturas a disciplina ?Educação para o Trânsito?.

Ministrando três aulas semanais sobre o tema trânsito e realizando encontros mensais com os pais, as escolas estariam cumprindo com as exigências legais e promovendo no educando e na comunidade a formação de uma consciência ética capaz de gerar comportamentos responsáveis no sistema trânsito.

É menos oneroso para o Brasil investir em educação do que custear as consequências geradas pelos acidentes de trânsito.

Ao investir em educação age-se na base do problema e em menos de uma década veem-se resultados consistentes.

?Não adianta colocar band-aid em câncer?, diz o ditado popular, para essa triste realidade de 50 mil mortos ao ano gerados pelo sistema trânsito brasileiro, medidas paliativas e teóricas, eventos esparsos de conscientização, por si só não surtirão mudanças significativas.

A ação educacional imediata e permanente com a parceria entre os fabricantes de veículos, ONGs e OCIPs, a articulação entre as secretarias de educação e trânsito e realizar grandes investimentos em pesquisa científica e educacional são medidas inteligentes que trarão resultados eficazes.


Contato para Cursos: [email protected]



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