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O caminho é a Inclusão nas escolas



O CAMINHO É A INCLUSÃO.

A educação necessita de uma nova forma de abordagem para poder eliminar o problema da exclusão, pois a sociedade do futuro requer uma escola como um instrumento que permite qualquer ser humano independente de suas limitações a viver e conviver numa nova realidade social e econômica. As escolas precisam atualizar-se e rever sua organização administrativo-pedagógico com o objetivo de efetivamente propiciarem a educação acessível à todos cidadãos.

Um primeiro passo nesse sentido está na análise das principais características e tendências que aponta qual é a sociedade em que o aluno está inserido acabando com a opressão e discriminação explorando o potencial e considerando a particularidade de cada sujeito. A proposta implica em o entrelaçamento entre as diferenças humanas, o contato e o compartilhamento dessas singularidades. Adaptar o ensino à pratica da inclusão implica em uma mudança de paradigma educacional, gera uma reorganização geral das práticas escolares: planejamentos, formação de turmas, currículo, avaliação, gestão do processo educativo em seu todo. Portanto o que determina o sucesso da inclusão é a mudança de atitude e da concepção em relação ao atendimento educacional destes alunos, no sentido de incluir todos os indivíduos em uma sociedade diversificada. O contrário a essas mudanças implicaria apenas na inserção onde o aluno deve adaptar-se à escola e não há necessariamente uma perspectiva de que a escola precise mudar.

A educação precisa ser planejada e desenvolvida para atender às necessidades formativas dos alunos que se desenvolvem no atual contexto social, com o objetivo de torná-los capazes e preparados para enfrentar as mudanças e os desafios que o progresso e a evolução social naturalmente irão trazer.

Como todo ser humano, o aluno é um projeto em construção, portanto sua vida é uma dinâmica de desenvolvimento gradual e progressivo. O processo de desenvolvimento individual depende das características pessoais do contexto sociocultural e de estímulos apropriados.

Ao analisarmos a condição de nossos alunos, como sujeitos humanos com individualidades determinadas pelas suas características pessoais e socioculturais com desenvolvimento em ritmo diferenciado,e que precisam de necessidades de atendimento também diferenciado, conforme seu desenvolvimento. Temos que reconhecer que a flexibilidade deve ser um princípio básico da organização, para atender os alunos naquilo em que são diferentes.

Para ser coerente com os princípios da flexibilidade curricular e da individualização do atendimento escolar, a avaliação deixa de ser um procedimento de verificação do conhecimento e passa a ser uma ação processual e dinâmica de intervenção contínua no processo de construção do conhecimento, inerente à própria aprendizagem. É interativa e mediadora, pois ao mesmo tempo em que avalia, propicia também o aprender.



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