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John William Waterhouse



BiografriaDeJohn William WaterhouseJohn William Waterhouse nasceu em Roma a 6 de Abril de 1849 e entrou para a escola Royal Academy em 1870, e só em 1885 foi eleito membro e sócio da Royal Academy.As suas primeiras obras foram muito influênciadas pelo Neo-Classicismo, onde Sir Lawrence Alma-Tadema o influênciou imenso.Entre
1870 a 1880, Jowh William fez várias viagens a Itália, onde pintou
algumas das suas obras. Casou-se em 1883 com Esther Kenowrthy.Primeiramente Waterhouse pintou a oleo, depois foi elegido para o Royal Institute in Watercolour em 1883. Mais tarde o seu interesse virou-se para o Estilo Pré-Rafaelista, particularmente para a ideia de femme fatale.As suas exposições, que começaram em 1880, passaram por lugares como Grosvenor Gallery, The New Gallery, bem como exposições em Birmongham, Liverpool e Manchester.Em 1901 mudou-se para St. John''s Wood e juntou-se ao St. John''s Wood Arts Club
uma organização social que incluia Alma-Tadema e George Clausen, e
também serviu de conselheiro na mesma, onde jovens e novos artistas
"neo Pré-Rafaelista" como Byam Shaw e os seus estudantes.John
William Waterhouse pintou até à sua morte de cancro em 1917. Entre 1908
1914, Waterhouse pintou uma série de quadros baseados na lenda de
Perséfone.Influências ArtísticasWaterhouse''s
early paintings were influenced by Victorian neo-classicism as
practiced by Alma-Tadema, Leighton and Poynter. Later, he came under
the spell of the second phase of Pre-Raphaelitism, led by Burne-Jones.
By the mid-1880s, he was interested in French plein-air painting à la Jules Bastien-Lepage. By the early 1890s, Waterhouse had fused all of these influences into his own style: "He
painted pre-Raphaelite pictures in a more modern manner. He was, in
fact, a kind of academic Burne-Jones, like him in his types and his
moods, but with less insistence on design and more on atmosphere." Com
isto, posso concluir que o estilo John Waterhouse teve um estilo de
pintura original, onde reuniu vários outros estilos de arte. Uma vez
que mistura temas clássicos com o conceito de femme fatale.Características da ObraPintada em: 1886Técnica usada: Oleo sobre telaDimensão 183cmx127cmMorada actual: Tate Britain, London, EnglandInterpretação da ObraA obra retrata um dos grandes momentos para uma bruxa, o ritual.O ritual começa a Este, a morada dos Deuses, pois acredita-se que os seres divinos vieram de Este.O
círculo é um símbolo muito importante, pois simboliza a união com os
Deuseus, onde quando traçado cria-se um espaço entre os mundos
(material e espiritual), onde se realiza os ritos segundo os antigos
mistérios.Normalmente, cada ponto cardeal tem ligação com um dos quatro elementos físicos considerados principais pelas bruxas: - Norte:Simboliza o elemento Terra e os Gnomos, s seres da terra e os seus Guardiões; - Sul:Simboliza o elemento Fogo e as Salamandras, os seres do Fogo e seus Guardiões; - Este:Simboliza o elemento Ar e os Elfos, os seres do Ar e seus Guardiões: - Oeste:Simboliza o elemento Água e as Ondinas, os seres da Água e seus Guardiões.Pormenores da obra e seus possíveis significados
O caldeirão é um simbolo da Deusa no seu aspecto triplo. Onde é jovem,
mãe e anciã. O caldeirão demonstra estes três aspectos pelos seus três
pés, e também simboliza o útero da Grande-Mãe, na parte de recipiente
do caldeirão.O principal simbolo da Deusa é a lua, que demonstra os seus três grandes aspectos: - Lua crescente (Deusa Jovem); - Lua Cheia (Deusa Mãe); - Lua Nova (Deusa Anciã). A varinha é uma das ferramentas usadas pelas bruxas para traçar o círculo mágico.A varinha é um instrumento do Fogo, usado também para banir espíritos malignos e para trabalhar as energias dentro do círculo.Normalmente
a varinha é feita pela bruxa, de modo a parecer rudimentar, para não
ser reconhecida por estranhos, devido ao medo do tempo do Tribunal do
Santo Ofício. A boline é um instrumento, serve para cortar as ervas necessárias para os rituais e simboliza a Terra.E também com o medo de persiguição pelo Tribunal do Santo Ofício, esta ferramenta é comum em quase todas as casas da época.(figura na saia, Homem lutando com um Leão) Aqui pode-se ver um homem a enfrentar um leão. Isto pode ter um sentido metafórico se for encarado da seguinte maneira: O homem a enfrentar o leão, armado e protegido, pode ser encarado como uma bruxa, e o leão pela Vida.As bruxas têm como regra apenas usar a magia em momentos em que considere necessário, e nunca para coisas fúteis.O
leão é a vida, e a luta entre estes dois simboliza as bruxas a usar a
magia para contornar os obstáculos que esta tem de ultrapassar.
Os corvos são animais necrófagos, logo simbolizam a morte. Sendo eles
seis, número da vida e do Divino. Assim os corvos simbolizam a morte e
a vida, o ciclo eterno, pois a morte sucede a vida, e a vida sucede a
morte.Escreva o seu resumo aqui.


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