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As 7 Maravilhas da Antiguidade; Pirâmides do Egito



Por ser um tema de fácil abordagem, porque se pode encontrar farto material a este respeito, vou tratar de questões não abordadas, ou pouco aprofundadas. Sabemos que no Egito antigo chegaram a existir mais de 170 pirâmides. Os megalitos piramidais mais famosos são os edificados no Egito antigo, na cidade do Cairo no complexo de Gizé. São elas: Quéop''s, Quéfren e Miquerinos. Tudo em torno de sua complexidade beira o assombro. Possuem base quadriculada e estão orientadas apresentando o pólo Norte magnético da Terra em seu tempo, algo que veio a ser perdido e está em processo de alteração gradativa a cada ano que passa, sendo registrado nos anos 60 e início dos anos 70, que a diferença entre a medição antiga e a posição do pólo Norte da Terra, já distava em 76 km. Como se não bastasse a grandiosidade dos monumentos, a precisão nas medidas de cada bloco não permite passar sequer um fio de cabelo entre cada pedra que compõe as edificações. Não foi e não é necessário o uso de qualquer material de liga como o cimento ou produtos similares, a precisão do encaixe e a medida exata de cada uma conferem a justaposição e fixação mútua de todo o conjunto. Um erro de medida nas pedras da base poderia impedir o encaixe das pedras que estão no topo e que possuem medida exata de suas faces, sendo todos os lados de cada pedra, devidamente polidos. A superfície da base de cada pirâmide também foi perfeitamente polida e necessariamente lisa para padronizar a estrutura. Porém, o que me chama mais a atenção, não é somente a precisão de todo este conjunto, a orientação magnética terrestre, medição e conjunto de medições que lhe conferem o Pi, entre outras tantas coisas já difundidas em todos os meios e pesquisado largamente, mas o fato de que existam câmaras internas (ainda não foram totalmente descobertas na pirâmide de Quéop''s), e os túneis de ligação entre cada uma delas, pois estas passagens e estas mesmas câmaras internas foram necessariamente projetadas de maneira antecipada o que requeriu a projeção das medidas cortando as pedras para o encaixe posterior. A complexidade das medidas e a grandiosidade da estrutura dificultam o entendimento de que pudesse vir a ser elaborado posteriormente, o mais lógico é que tivesse um projeto antecipado. Quando às inscrições e gravuras internas na pirâmide de Quéop''s tão questionadas quanto à forma como teriam sido confeccionadas visto que não existem vestígios de fuligem (em tese os egípcios não teriam conhecimento de outra forma de iluminação que não viesse do fogo), mas não devemos nos esquecer que o projeto permite a confecção destes trabalhos durante a edificação, pois não atrapalharia em nada a realização de tais obras artísticas no interior de uma pirâmide que ainda não tenha sido terminada e que estivesse ao ar livre sem as pedras que compõem suas camadas superiores. As gravuras podem ter sido feitas na medida em que a obra ganhasse sua forma, facilitando a sua conclusão. O que verdadeiramente serviu de referência para serem incluídas como uma das sete maravilhas em seu tempo, foi o esplendor de sua beleza. A pirâmide de Quéops era inteiramente revestida em granito vermelho, a pirâmide de Quéfren era revestida em mármore e a pirâmide de Miquerinos também tinha um revestimento em granito. Todas as faces de cada pirâmide era polida e sua beleza reluzia à distância. Não há como observar a grandiosidade destes monumentos, nem se pode imaginar sua beleza, pois teríamos de restaurar em completo, para que conseguíssemos ver como era sua beleza na antiguidade. Muito é especulado sobre a metodologia aplicada para a sua edificação. Muito não pode ser provado, mas há um consenso entre duas correntes que aplicam a idéia de que tenha sido utilizado um serviço braçal ao longo de um período considerável, mas outra vertente atesta que este trabalho só poderia ser concluído com o auxílio de técnicas de levitação. Não há provas sobre este último, mas há que se considerar a grande dificuldade em se conseguir obtapidação perfeita das seis faces de cada bloco e encaixe posterior. O mais correto é observar a sua importância e a sua relação com os fatos. O Egito entrou em declínio constante e acabou sendo invadido por povos bárbaros que pretenderam destruir todas as suas edificações, incluindo as pirâmides. Ao removerem o casco das pirâmides, um processo se iniciou. A cidade do Cairo se encontra na linha do Equador, uma área reconhecidamente tórrida por razão da incidência mais direta dos raios solares. As regiões expostas e que se apresentam na linha equatorial estão mais propensas a sofrer com o agravamento e perda das condições de sobrevivência e conseqüente expansão de desertos. É muito provável que os egípcios tivessem conhecimento sobre esta situação. O fato é que ao removerem o casco das pirâmides, o deserto do Saara começou a crescer à velocidade de 7 km anuais até o final dos anos 90. É muito fácil concluir que um deserto que cresce à velocidade de 7 km anuais, em mil anos, não haveria suas proporções atuais. Mapas antigos, ou mesmo o mais famoso mapa da antiguidade, o mapa de Piri Reis, dão conta de que nas regiões do atual deserto do Saara, haveriam rios, vegetação, animais, tribos e muitas condições de vida, onde hoje se apresenta um solo árido e sem condições de tais características.


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