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Impressionismo



O Impressionismo apareceu entre 1860-70, no seio de um grupo de jovens artistas que se reunia do Café Guerbois, e onde discutiam as suas incertezas e atitudes perante a pintura no decorrente período.

Era uma altura de grande desenvolvimento de capitais, de progressos técnicos e científicos e o clima político de social estava em alta. Mas por outro lado, no meio artístico, havia a necessidade de ruptura às oposições que se faziam sentir.

Este grupo de autores e amigos constituído por Camille Pissarro, Paul Cézanne, Armand Guillaumin, Claude Monet, Auguste Renoir, Frédéric Bazille, Alfred Sisley, Berthe Morisot, Mary Cassat e Edgar Degas, entre outros, tinham em comum nas suas pinturas, paisagens por vezes citadinas e transmitindo o seu lazer, a figura humana e objectos. Realidades captadas parcialmente acompanhadas de sensações e impressões do momento culminadas pela luz e seus efeitos sobre os ditos temas. O impressionismo era, de facto, uma corrente artística que se demarcava de todos os classicismos e rigidez académica, era movido pela sensação do momento vivido e visto.

Houveram, para a sua evolução, grandes contributos, nomeadamente as descobertas da Fotografia onde possibilitaram novos enquadramentos e perspectivas, por vezes aéreo; as estampas japonesas que pela sua planificação, sem claro-escuro e sem volumetria trouxeram aos pintores uma execução menos precisa e detalhada; as inovações científicas sobre a cor e a percepção que ajudou na evolução desta corrente artística e também as descobertas técnicas, nomeadamente a da tinta em tubo, que permitiram novas aplicações directas na tela.

Esta corrente artística primava pela captação do constante, do fugido, sempre de acordo com as estações do ano, hora do dia ou as condições atmosféricas, executado de forma racional e objectiva mas igualmente muito pessoal, intuitivo e espontâneo, cheio de emoções e sensações. O quadro impressionista tem um aspecto "inacabado", um pouco pela influência das estampas japonesas que trouxeram menos detalhe aos objectos, mas tem ao mesmo tempo um estilo fluido e aéreo.

Tecnicamente a pintura é caracterizada por pinceladas pequenas e nervosas por vezes interrompidas devido à sua execução ser feita com grande rapidez e quase sempre ao ar livre, já mostrando um pouco o princípio da fotografia. As cores eram fortes e puras que saiam directamente do tubo e misturadas a partir daí ao invés da paleta o que permitiu grandes efeitos coloridos quase sensoriais principalmente na representação da luz do Sol. Por sua vez, os volumes quase que desapareceram, as figuras eram quase que estampadas na tela, apenas evidenciando-as com o jogo de "frios e crus".

Estes pintores foram apelidados de Impressionistas pelo crítico Leroy aquando da primeira exposição deste grupo referido anteriormente, no atelier do fotógrafo Nadar. Foi um grupo que se afastou do que se tinha feito até então, dos estilos clássicos ou académicos, e talvez por isso não foram reconhecidos, nem pelo público nem oficialmente, e foram obrigados a expor as suas obras nos " Salões dos Recusados ", por eles próprios criados.





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