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Bidu Sayão, o rouxinol do Brasil



No dia 25/6/87, Bidu Sayão, já contando 80 anos de idade, recebeu a Ordem Nacional do Mérito da República Federativa do Brasil. Foi uma justa e impressionante homenagem a uma cantora de ópera que havia dexiado seu país há mais de 60 anos e há 30 anos havia encerrado sua carreira artística. Na ocasião, enquanto o presidente José Sarney lhe entregava a condecoração, Bidu Sayão sentia estar passando por uma experiência incrível em sua vida incrível.

  No Brasil, no início do século XX, era considerado impróprio para uma menina fina, querer ser outra coisa além de esposa e mãe. Além disso, Bidu era pequenina, feiosa, introvertida e aparentemente sem talento. A própria artista não compreendia como conseguira não só alcançar sucessso, mas também,  sobreviver às atribulações com suficiente vigor para se alegrar com as homenagens inesperadas de que foi alvo em 1987, dois meses antes de ter ser tornado Cavaliere da Ordem do Mérito Italiana, por suas contribuições para a ópera naquele país; tendo sido aplaudida de pé quando subiu ao palco da Metropolitan Ópera de Nova York, como diretora honorária de uma ópera, na qual fez sua estréia nesse teatro em 1937.



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