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Monet




Monet

Claude Monet foi um inovador e um dos maiores pintores impressionistas. Ele literalmente virou a mesa, ou melhor, o cavalete! Desprezou os temas históricos ou mitológicos que predominavam a arte acadêmica e interessou-se pelas cenas corriqueiras da vida diária. Fechou seu estúdio e ocupou-se de retratar a paisagem ao ar livre, com as cores exatas daquele instante. Assim, foi um mestre em diferenciar, por exemplo, a luz da manhã da luz da tarde, as tonalidades do inverno das do outono.

Monet nasceu em 1840, em Paris e morreu em 1926, em Giverny, perto da capital francesa. Era filho de um comerciante do porto de Le Havre. Passou a infância na Normandia, no litoral norte, onde o mar e a praia influenciaram muito sua percepção da natureza.

Aos 15 anos, vendeu suas primeiras caricaturas. Aos 19 anos, de mudança para Paris, o grande centro cultural internacional da época, recusou o treinamento convencional da Escola de Belas-Artes, optando pelo ensino mais informal das escolas particulares, que seus amigos de vanguarda também freqüentavam. Coube a Eugéne Boudin mortrar-lhe como se pintava ao ar livre. Outros artistas formaram o grupo dos impressionistas ? Renoir, Degas, Pissaro, Cézanne. Eles também participaram da primeira exposição dos impressionistas, em abril de 1874.

A juventude de Monet foi bastante dura: seus pais não lhe deram apoio financeiro e sua primeira mulher, Camille, morreu tragicamente, deixando-o com dois filhos. Monet interrompeu sua experiência com a pintura para servir o exército francês na Argélia, no norte da África. A experiência ajudou-o a descobrir que a luz que ilumina o continente africano é bem diferente da do continente europeu, ao qual pertencia.

Mais tarde, durante uma viagem a Londres, onde encontrou um marchand (comerciante de arte) que passou a vender seus quadros, ele desenvolveu importantes projetos, como os retratos em série da ponte de Waterloo, do rio Tâmisa e da ponte de Charing Cross.

Em 1876, instalou-se em Argenteuil, às margens do rio Sena, e ali realizou sua mais famosas séries: A Estação de Saint Lazare e a Catedral de Rouen.

Esse método de desenvolver vários estudos sobre um mesmo tema foi a forma que Monet encontrou para comprovar sua teoria de que alterações de luz também mudavam as cores dos objetos. Nessas séries, ele pintou várias vezes as mesmas cenas em diversos momentos do dia ou em diferentes estações do ano.

Embora quase cego a partir de 1908, Monet pintou praticamente até o fim de sua longa vida. Em 1889, mudou-se com a família para uma casa de campo a 850 km de Paris, em Giverny, onde montou seu próprio jardim e a ele se dedicou por mais de 20 anos. A casa de Giverny, à qual o pintor se referia afirmando que ?meu jardim é minha mais bela obra-prima?, é hoje um museu muito visitado.

Impressionismo

O impressionismo foi uma escola de pintura que procurava captar a percepção visual mais pura e instantânea possível, a atmosfera e a luz de cada instante. Antes dele, os pintores faziam esboços do tema que escolhiam no próprio local. Muitas vezes, começavam a pintar ali mesmo, mas só concluíam seu quadro dentro do estúdio. Isso significa que mudavam de ambiente.

As anotações do esboço da paisagem permaneciam, a paisagem era reconhecível, mas as condições de luz mudavam. A paisagem se alterava e os pintores acabavam fazendo uma pintura idealizada.

Monet defendeu a pintura ao ar livre. Fazia questão de começar e terminar cada quadro diante do seu tema. Apesar das dificuldades desse método em dias de vento ou de chuva, só o abandonou quando, já em seu jardim em Giverny, passou a retratar a natureza com mais conforto.



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