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Em memória as lideranças natas capazes de transformar a sua realidade



Em memória as lideranças natas capazes de transformar a sua realidade em fato notável.   

A essência dos verdadeiros baluartes da nossa história, retrata o pensamento vivo do progresso, empenho e determinação de uma entidade filantropica compromissada com a continuidade e na difusão das tradiçoes luso- brasileiras.  

A História do Brasil é um domínio de estudos de História  focado na evolução do território e organização social do Brasil que se estende da chegada dos portugueses até os dias atuais. O primeiro europeu a chegar nas terras que hoje chama-se Brasil foi o espanhol Vicente Yáñez Pinzón no dia 26 de Janeiro de 1500, Apesar disso oficialmente o Brasil foi descoberto em 22 de Abril de 1500 pelo navegador português Pedro Álvares Cabral, que no comando de uma esquadra com destino à Índia, em razão da ?calmaria?, chegou ao litoral sul da Bahia, na região da atual cidade de Porto Seguro,  mais precisamente no distrito de Coroa Vermelha, onde foi realizada a primeira missa no Brasil.  A partir de 1530, a Coroa Portuguesa implementou uma política colonizadora, inicialmente com as capitanias hereditárias, depois com o governo geral, instalado em 1548.

Convém lembrar o nosso primeiro grande Baluarte Pedro Álvares Cabral, juntos com os jesuítas que chegaram com as primeiras caravelas. Como também ressaltar a presença de outro baluarte da nossa historia o padre José de Anchieta, que foi o porta?voz das culturas européias que penetraram na história milenar da terra que mais tarde veio se chamar Brasil.

A sociedade brasileira de características peculiares, onde se percebe de imediato os traços marcantes deixado pela colonização portuguesa, foi marcada desta forma pela trajetória destes impetuosos e bravos Baluartes.

 Pelos seus atos e empresas que veio nos favorecer no afloramento da sociedade brasileira obreira que crescia distante do contexto conflitante decorrentes das guerras napoleônicas.

A migração da Família Real para o Brasil e conseqüentemente a elevação do Estado do Brasil á Reino Unido de Brasil e Algarves. O que resultou na abertura dos portos as nações amigas gerando êxito da imigração européia: apoiada na agricultura desenvolvida, indústrias progressistas, com tecnologia moderna em determinadas regiões do país. Na verdade o Brasil é um país de extensões continentais, abençoado com fauna e flora fantásticas, com rica variedade de climas e paisagens, com abundância de água e riquezas naturais e minerais, que se tornou para muitos destes Baluartes Cidadãos Luso-Brasileiro, sua segunda pátria e até mesmo a sua ultima morada.

Somos então uma pátria lusófona, sem fronteiras, de dimensões grandiosas. Poucos são os lugares, regiões ou vilas, de média dimensão, de qualquer região do globo, onde não se encontra falantes da língua portuguesa. É algo real que precisa se fundir integrando uma identidade prática e lógica, capaz de manifestar os cidadãos baluartes da cultura portuguesa através do tempo e da História.

A pátria é poder em nível linguístico-cultural. Língua e cultura são grande patrimônio de um povo. Língua é soberania, para nos comunicarmos, interagirmos e convivermos.

O idioma da língua portuguesa, nossa pátria lusófona, tem o poder linguístico-cultural nas setes partidas do mundo e o poder político territorial concomitante, nos países soberanos da língua oficial portuguesa: Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Em sentido amplo a pátria lusófona está presente e se expandindo no mundo, onde se encontre falantes da língua portuguesa.

Hoje, as línguas são entidades culturais sem fronteiras. Elas se expandem indefinidamente, ou se restringem até morrer, dependendo do seu potencial cultural, de sua força intrínseca e do poder político das sociedades que as falam, quer como língua materna ou como língua adotada. A União dos Povos Lusófonos precisa ser mais difundida, mais dinâmica e mais atuante. Num mundo multipolar, a Casa regional Nespereira e Douro do Rio de Janeiro Brasil tem como objetivo comum levar aos países lusófonos, através da premiação Troféu Baluarte Cidadão Lusos Brasileiro, um projeto que venha proporcionar um intenso intercâmbio entre os países da língua portuguesa uma imagem real das nossas tradições, folclóricas e culturais.

Premiando de certa forma, o talento, a criatividade, o trabalho dos verdadeiros cidadãos que prestam serviços sem medirem esforços em prol de suas regiões e comunidades e sem perderem a visão original maior da cultura portuguesa, visto estarmos vivendo atualmente um mundo globalizado.      

Finalizando solicitamos o apoio geral das autoridades dos países acima citados e seus respectivos setores públicos e privados e dos principais veículos de comunicação de massa no sentido de concretizarmos com êxito a premiação Troféu Baluarte Cidadão Luso-Brasileiro, como grande referencial da nossa cultura.Eis a questão como podemos ser protagonista de cultura? Colocados num plano periférico, quase mesmo fora da rota da evolução cultural, onde o funk, e toda parafernália eletrônica, musica gospel da universal, suplantam a música, enquanto que pinturas chamadas grafite, nos empoem seu gosto fantasmagórico enquanto toda informação e manipulada pelos grandes veículos de informação global, e neste sentido que organizamos esta premiação como um bloco de oposição e resistência, capaz de encontra, dentro da simplicidade, talento, virtude, coerência, ética, respeito as minoria, etnias, folclores e tradições, uma infinidade de formulas de sucesso, de composição simples e original.     


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