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Matrix



O filme é ficção científica. Sabemos tudo sobre ele. O princípio é simples. O que pensamos que é a realidade, a vida real, é um mundo de carne e osso que é inteiramente controlado por uma ?Matrix?, um princípio e inteligência completamente mecânica. Os seres humanos são apenas uma espécie de mamíferos que são criados como gado e que não têm liberdade, nem controlo sobre a sua vida, nada de nada, nem mesmo a liberdade de respirarem, que pode ser negada a qualquer momento sem qualquer protesto possível. Contra este mundo totalmente inumano há uma resistência, uma resistência de super máquinas que são controladas por homens, ou super homens que são mais rápidos do que a luz, não uma nova espécie de homens mas sim os que a vida moderna e o consumismo não mataram. Eles estão prontos a sacrificarem tudo pela liberdade dos seus irmãos e irmãs. Para conseguir isto eles têm poderes especiais que lhes foram implantados por procedimentos mecânicos. Eles são seres humanos em sentimentos e coragem feitos máquinas em poder e velocidade. Deve então ter de haver canais de transporte entre esta resistência e o mundo Real controlado pelas máquinas. Estas avenidas de transporte são as auto-estradas da informação do telefone e dos computadores, por outras palavras, a internet. E é aí que o filme fica mais interessante. Após um bocado, ficamos sem saber onde começa a realidade real e onde começa a realidade virtual. Temos de acreditar que podemos reter na realidade real algumas das capacidades da realidade virtual, e na realidade virtual alguns dos sentimentos humanos que apenas podemos experimentar na realidade real. Então o filme fica uma mescla de várias realidades que estão de tal forma interligadas que não sabemos qual é qual. Se te perderes entre todas estas diferentes realidades, essa é a prova de que o filme é inquietante e deveria ser mostrado a todos para que se apercebam que o mundo nem sempre é o que parece nem a vida é o que se prova e cheira. Pode cheirar mal às vezes, mas esse fedor é a beleza da vida pois se não houvesse maus cheiros nós nunca saberíamos o que é um perfume.


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