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Ergonomia E ACESSIBILIDADE




ERGONOMIA URBANA

As várias alternativas e tentativas que, na condição de Arquiteto e Urbanista, fiz, ao longo de uma carreira de 15 anos, deram em frustrações e ideais perdidos. A primeira grande barreira foi a falta de cultura do Poder Público e da Classe Profissional. A segunda foi a estatização dos procedimentos e ações Urbanísticas onde esbarrei, novamente, no Poder Público que monopolizou a função do Ato Urbanístico que, pensava, pertencer aos Urbanistas e não aos burocratas de plantão. A Ergonomia Urbana veio, de uma certa forma, compensar estes hiatos trazendo novos ares à estas funções tão perseguidas pelas autoridades. Ela consiste em discutir com a comunidade, quais seriam os espaços e equipamentos mais necessários e adequados aos anseios mais legítimos dela. A ótica deste proceder é viabilizar material e institucionalmente a confecção destes equipamentos urbanos (mobiliário, arruamento, calçadas, jardins, etc.) a fim de dar bem estar, inclusão social (acessibilidade) e auto-estima frente a tanta carência. A mudança de mentalidade do Poder Público, ou seja, viabilizar a inclusão social através da Responsabilidade Social que é obrigação constitucional que ora vai sendo implantada, já é sentida em nosso meio. Cabe a nós, Ergonomistas/Arquitetos, zelar pelo cumprimento destas políticas sociais de inclusão social (acessibildade), melhoria do Bioma Urbano e Sustentabilidade Ambiental Urbana.(NUNES, 2005).

ERGONOMIA DO ESPAÇO CONSTRUÍDO/HABITADO

O conceito de Ergonomia do Espaço Construído/Habitado encara o espaço que se relaciona com o usuário de forma a excluí-lo ou a incluí-lo no âmbito de uma relação espacial. A Exclusão Espacial acontece quando os espaços se transformam na materialização das práticas segregatórias e da visão de mundo de sociedade que dá menor valor às diferenças (sociais ou físicas). Quando não são acessíveis, os espaços agem como atores de uma segregação, silenciosos, que acaba por gerar, junto às Pessoas com Necessidades Especiais, a consciência de pertencer a uma minoria excluída da sociedade. Isto, obviamente, influencia a competência ambiental e afasta as Pessoas com Necessidades Especiais das condições ideais de experiência espacial e socialização. Assim, por mais que a sociedade apresente um discurso que condena a exclusão social, os espaços que a Classe Profissional cria falam por ela, muitas vezes contradizendo o que proclama. A Exclusão Espacial passa, então, a significar também a exclusão social. Então com o surgimento da Ergonomia do Espaço Construído estas exclusões espaciais, físicas e morais, vêm sendo corrigidas, através de ações de conscientização comunitária, governamental e profissional, concitando aos colegas a uma participação mais efetiva e pró ativa. (NUNES, 2005)

Francisco J. B. NUNES: ?Implantando a Ergonomia Urbana e do Espaço Construído/Habitado na Grande Maringá?. In: (NUNES, 2005).

Quaisquer dúvidas e esclarecimentos, entrar em contato com:

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FRANCISCO JOSÉ BRAGA NUNES

ERGONOMISTA ? Arquiteto, Urbanista e Consultor em Acessibilidade no Cotidiano (Universal Design) e HCI (Human Computer Interaction), CREA-RJ Nº133. 294/D.

Contato: (44) 3268-9348 -(44) 9112-3674 e (44) 8816-3344.

mailto:[email protected]

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