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Como encontrar o par ideal





?Uma pesquisa de 2005, realizada com mais de 900 pessoas que vinham usando serviços ON-LINE, descobriu que 75% delas não haviam achado o que procuravam. Parecemos estar mais perdidos do que nunca sobre quem seria a pessoa ideal?, declarou Martie Haselton, especialista em Psicologia e Estudos de Comunicação do Centro de Comportamento, Evolução e Cultura da Universidade de Califórnia, em Los Angeles na reportagem ?Como encontrar o par ideal? (junho 2007), revista SELEÇOES READER?S DIGEST.
Martie Haselton ainda salienta que ?a escolha de um companheiro é uma procura complexa, e estamos conscientes de apenas parte dele. O restante ou é inerentemente imprevisível, ou atua fora de nossa consciência?. Apoiada nesta tese, Martie aponta algumas características que todos achamos atraentes, segundo a percepção do nosso consciente:
O homem
tende a desejar a mulher com traços que sugerem juventude e fertilidade: cintura e quadril proporcionais, lábios carnudos, traços finos.
A mulher
prefere o homem que tenha predicados que designam potência sexual e boa genética: corpo robusto, pele viçosa e traços masculinos. Também é atraída pelo homem que ?parece ter dinheiro?, ou a capacidade d consegui-lo. Portanto, ambos valorizam a inteligência. Logo, ?a preferência por essas qualidades ? beleza, inteligência e recursos ? é universal, embora não seja unânime?. Posto que, ?tendemos a nos interessar por pessoas que, em termos de beleza, inteligência e status
, sejam de categoria
semelhante ?a nossa?, pondera Martie Haselton.
Os sinais mais óbvios da atração apresentam-se, segundo pesquisas sobre genética e preferência sexual, por pessoas que obtêem o CPH (Complexo Principal de Histocompatibilidade)
diferentes - ou seja, CPH é o conjunto de genes cujo papel fundamental
é atuar na nossa capacidade de combater agentes patogênicos. Além do mais ,?parceiros com genes do CPH diferentes geram filhos mais saudáveis, com bons sistemas imunológicos?. E, evidentemente, conclui-se que ?casais que se formaram por atração mútua costumam apresentar maior diversidade em seu CPH do que aqueles formados de maneira aleatória?.
Acredita-se, no entanto, que é mediante os sinais instintivos
que pessoas que têm CPH diferentes encontram umas as outras. Por exemplo, o cheiro é um sinal importante: ?costumamos classificar como mais atraente o cheiro de camisas usadas por indivíduos com CPH diferente ? Isso é a verdadeira ?química? sexual ? outro exemplo é:? o homem achar o cheiro da mulher mais atraente quando ela está perto da ovulação?. Quanto a mulher, ? perto da ovulação, ela prefere característica viris, em outras fases do ciclo, prefere menos sexualidade e mais estabilidade?.
Martie Haselton ainda adverte que devemos ser cautelosos quanto ao sexo: ?o ato sexual também pode complicar a maneira como vemos um parceiro em potencial?. Isto é, podemos por impulso nos envolver sentimentalmente a tal ponto de comprometer nossos laços afetivos. E, ressalva: ?Sexo, evidentemente, não é amor?.
Para os cientistas, segundo Martie, o amor é uma incógnita e o sexo é responsável pela reprodução. Posto que, ?o objetivo do amor aja como um freio
que dá fim a nossa procura por um parceiro, mesmo que temporariamente, para que nos envolvemos com alguém e possamos perpetuar a espécie?.
Com base na matemática, ?os pesquisadores e psicólogos Peter Todd (da Universidade de Indiana), e Geoffrey Miller (da Universidade de Novo México) descobriram que a quantidade ideal de parceiros potenciais a serem examinados antes de estabelecermos aspirações e fazermos uma escolha é de menos 9%: assim, numa esta com 100 possíveis candidatos, é melhor analisarmos apenas os nove primeiros que encontrarmos, antes de escolher um. Examinar menos significa que não teremos informações suficientes para fazer uma boa escolha, examinando mais, corremos o risco de deixar passar a melhor opção?.
Contudo, ? a idéia fundamental está clara: não procure demais antes de escolher, de modo a não perder todas as boas opções, nem deixar o tempo escoar pelas mãos?.




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