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Um lírico no auge do capitalismo




De acordo com Walter Benjamin, no livro Charles Baudelaire um lírico no auge do capitalismo, faz um análise sobre como foram as mudanças no contingente da poesia nas transformações do século XlX para o século XX.
Nas análises feitas por Walter Benjamin sobre Baudelaire diz que o próprio Baudelaire pretendia ser compreendido e por isso confiava piamente nos seus leitores. A qual argumentava no poema uma forma de diálogo comseus leitores:
"Hipócrita leitor, meu igual, meu irmão!"
Baudalaire demonstra três fatos para o entendimento da poesia lírica no cenário desfavorável as condições de receptividade. " o primeiro, porque o lírico deixou de ser considerado como poeta em si. O segundo seria que após Baudailre, nuna mais houve um êxito em massa da poesia lírica e o terceiro seria uma consequência das duas primeiras como sendo o público se tornara mais esquivo mesmo em relação à poesia lírica que lhe fora trnsmitida do passado."
A observação de Baudalaire sobre a poesia lírica decorria do acontecimento que somente em casos excepcionais que era mantido o cantato com a expriência do leitor. Nesta prática teríamos uma transformação da estrutuara da experiência.
Desde o século XlX, os filósofos procuravam nas suas pesquisas buscar uma verdadira experiência, a qual chamavam filosofia da vida. Bergson na sua obra utilizou a memória como estrutura decisiva para a filosofia da experiência". Walter Benjamin relaciona que Bergson trouxe uma colaboração para o termo da experiência, a qual Baudalaire demostra nas suas obras. De acordo com o seguinte trecho:
"A filosofia de Bergson é uma tentativa de detalhar e fixar esta imagem reproduzida. Ela oferece assim indiretamente uma pista sobre a experiência que se apresenta aos olhos de baudalaire, sem distorções, na figura de seu leitor".(Walter Benjamin, 1989).
A matière et memoire definia como uma duração da estrtura da experiência. Nas suas interpretações sometne o escritor poderia fazer parte da tal experiência como sujeito. Benjamin discute que foi um escritor como Proust cuja pretensão tornou a teoria de Bergson sendo testada nos meios da literatura. Proust na obra Em busca do tempo Perdido refaz uma crítica a teoria de Proust. Nas suas considerações dizia que ficava por conta do acaso e dependia do indivíduo o desfrute da iamgem tornando influente ou não para o processo da experiência. Considerando que nos jornais presumia


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