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A Saga dos Cães Perdidos



Em ?A Saga dos Cães Perdidos?,Ciro Marcondes Filho discute a transformação do jornalismo nos últimos duzentos anos.
O livro trata os jornalistas como cães que perderam seu faro investigativo e se encontram perdidos. Essa desorientação do jornalismo atribui-se, segundo o autor, a vários fatores, como na formação superior, em que os indivíduos aprendem as técnicas excessivamente, sem ter um aprofundamento filosófico que é imprescindível.
Ciro critica severamente o avanço tecnológico. Ele diz que a tecnologia está privando os jornalistas do convívio social de uma redação, por exemplo, e que a característica de imediatismo da Internet privilegia a quantidade à qualidade, ou seja, se presa mais, matérias entregues em tempo hábil do que um artigo rebuscado que necessita de mais tempo.
A obra também cita os capitalistas, que sendo os donos das grandes empresas de comunicação, como emissoras de televisão, divulgam os fatos da maneira que lhes convém, moldam os acontecimentos para não conduzir o público à reflexão.
Em uma visão marxista poderia se dizer que Marcondes Filho refere-se aos jovens jornalistas com um exército de reserva, que não possui experiência, porém ocuparia uma lacuna.
Muitos consideram ?A Saga dos Cães Perdidos? como uma visão extremamente pessimista do jornalismo, mas refletindo sobre a obra, percebe-se apenas uma análise contundente e esclarecedora, que pode contribuir consideravelmente para jornalistas ou estudantes de comunicação.


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