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Analfabeto e analfabetismo




Analfabeto e analfabetismo

CAGLIARI e PINTO

UNICAMP



Pinto descreve o analfabeto como realidade humana e o analfabetismo como sociológica. O analfabeto em sua essência não é aquele que não sabe ler, mas aquele que, por suas condições concretas de existência, não necessita ler. O adulto se torna analfabeto porque as condições materiais de sua existência lhe permitem sobreviver dessa forma com um mínimo de conhecimentos, o mínimo aprendido pela linguagem oral, que se identifica com a própria convivência social.


Para Cagliari (1989) a escrita, assim, como o saber acumulado que dela provém, tem significado, historicamente, um privilégio e, consequentemente, detenção de poder das classes dominantes. A diminuição do analfabetismo representaria o compartilhamento do saber do poder e do poder do saber.


As condições de produção do analfabetismo têm suas causas em fatores sociais e educacionais.






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