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Acredite em tudo o que foi dito por seus amigos. Eles não exageraram. Não há equivalente no litoral brasileiro a este pedaço de chão. E não existe rodovia federal mais curta do que a BR-363, que, com seus 7 quilômetros e duas lombadas, liga Noronha a ela mesma. Creia também em cada foto vista nas páginas das revistas, não são fruto do Photoshop. Sim, o mar se alterna entre o verde-esmeralda, o azul-turquesa, o azul-anil, o azul-marinho e todos os outros azuis. As praias do Sancho e da Baía dos Porcos, ambas adornadas pelo Morro Dois Irmãos, um dos pontos mais fotografados da ilha, são pivôs de uma dúvida eterna: qual delas seria a mais bonita da República Federativa?

Nesta Maravilha, o sol de despede em grande estilo. Mas a piscina da Pousada Zé Maria, acomodada sobre um deque, está bem próxima do Morro do Pico.

Quando chega o lusco-fusco, a luz avermelhada reflete nas paredes escuras da grande rocha. Nesse momento, a ordem na casa é servir um coquetel de lima-da-pérsia.

Poucas coisas são tão fascinantes quanto o pôr-do-sol em Noronha. Se, por qualquer motivo improvável, você dispor de apenas um dia na ilha, vá ver o crepúsculo a partir do mirante natural na Praia do Boldró, de onde se avista o Morro Dois Irmãos. O cenário é especial o ano todo, mas revela ainda mais arrebatador nos meses de setembro, outubro e fevereiro, quando, por alguma bendita resolução dos corpos celestes, o sol se põe exatamente entre as duas rochas gêmeas.

Dá vontade de escrever um poema, fazer as pazes com algum antigo desafeto, tomar um conhaque, abraçar a turista ao lado. Quando estiver lá em cima, observe que, a meio caminho, na direção do sol, algumas pessoas estarão presenciando o mesmo espetáculo de outro mirante natural ? mais baixo, porém mais perto do Morro Dois Irmãos.

Trata-se da Pedra do Bode, que poderá ser sua opção ao entardecer do dia seguinte. É o mesmo visual, só que, em função da proximidade, capaz de transmitir outra sensação.

Sua quarta experiência crepuscular em Noronha lhe trará uma perspectiva oposta a do Bode. Ao subir até as ruínas do Forte Nossa Senhora dos Remédios, construído no século 18, a paisagem torna-se ainda mais aberta. Ao seu dispor estará o recorte das pequenas enseadas das praias do Cachorro e do Meio, tendo, ao fundo, o bom e velho Morro do Pico. Daí em diante, para variar no pôr-do-sol noronhense, restará apenas uma alternativa: no mar, apreciado do convés de um barco.


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